segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A interpretação bíblica


Diferente das várias mitologias, os assuntos narrados na Bíblia são geralmente ligados a datas, a personagens ou a acontecimentos históricos (de fato, vários cientistas têm reconhecido a existência de personagens e locais narrados na Bíblia, que até há poucos anos eram desconhecidos ou considerados fictícios), apesar de não confirmarem os fatos nela narrados, por outro lado, comprovando que aconteceram de alguma forma.
Os judeus acreditam que todo o Velho Testamento foi inspirado por Deus e, por isso, constitui não apenas parte da Palavra Divina, mas a própria palavra. Os cristãos, por sua vez, incorporam também a tal entendimento os livros do Novo Testamento. Os ateus e agnósticos possuem concepção inteiramente diferente, descrendo por completo dos ensinamentos religiosos. Tal descrença ocorre face ao entendimento de que existem personagens cuja real existência e/ou atos praticados são por eles considerados fantásticos ou exagerados, tais como os relatos de Adão e Eva, da narrativa da sociedade humana ante-diluviana, da Arca de Noé, o Dilúvio, Jonas engolido por um "grande peixe", etc. Os ateus não creem na existência de Deus algum, portanto para eles qualquer ensinamento religioso, venha da Bíblia ou do Alcorão é falso, desnecessário e até mesmo prejudicial. Há também ateus, que aceitam e acreditam no teor filosófico de tais livros, porém, não atribuem a eles nenhum sentido santo ou divino, não os considerando obra de nenhum deus, mas sim de homens.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Imagens Biblicas

Jacó ( Leia Gn 25 )

sábado, 24 de janeiro de 2009

LINDA MULHER

Quem um dia Imaginou
Um amor assim
Igual é o seu por mim
Que é capaz de tudo fazer
Tudo fazer
Quem dia sentiu
Tamanha emoção
Que divide a alma da razão
E nos faz de vez entender
Que o amor é querer.

Minha Vida
Só tem sentido
Se você estiver
Só serei feliz
Com você
Minha linda Mulher
(seja aonde quiser)

Quem um dia sonhou
Com um amor assim
Igual é o meu por ti
Que é capaz de tudo entender
Por te querer
Quem um dia sentiu uma paixão
Maior que a vida e o próprio coração
E nos faz de fez crer
Que o amor é você...

Claudionor Neto

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A Bíblia Inspirado por Deus


O apóstolo Paulo afirma que "toda a Escritura é inspirada por Deus" [literalmente, "soprada por Deus", que é a tradução da palavra grega theopneustos] (2 Timóteo 3:16). 
Na ocasião, os livros que hoje compõem a Bíblia não estavam todos escritos e a Bíblia não havia sido compilada, entretanto muitos cristãos crêem que Paulo se referia à Bíblia que seria posteriormente canonizada. O apóstolo Pedro diz que "nenhuma profecia foi proferida pela vontade dos homens. 
Inspirados pelo Espírito Santo é que homens falaram em nome de Deus." (2 Pedro 1:21). 
O apóstolo Pedro atribui aos escritos de Paulo a mesma autoridade do Antigo Testamento: "E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição" (2 Pedro 3:15-16). Veja também os artigos Cânon Bíblico e Apócrifos.
Os cristãos crêem que a Bíblia foi escrita por homens sob Inspiração Divina, mas essa afirmação é considerada subjetiva na perspectiva de uma pessoa não-cristã ou não-religiosa. A interpretação dos textos bíblicos, ainda que usando o mesmo Texto-Padrão, varia de religião para religião. Verifica-se que a compreensão e entendimento a respeito de alguns assuntos pode variar de teólogo para teólogo, e mesmo de um crente para outro dependendo do idealismo e da filosofia religiosa defendida, entretanto, quanto aos fatos e às narrações históricas, existe uma unidade.
A fé dos leitores religiosos da Bíblia baseia-se na premissa de que "Deus está na Bíblia e Ele não fica em silêncio", como declara repetidamente o renomeado teólogo presbiteriano e filósofo, o Pastor Francis Schaeffer, dando a entender que a Bíblia constitui uma carta de Deus para os homens. Para os cristãos, o Espírito Santo de Deus atuou de uma forma única e sobrenatural sobre os escritores. Seguindo este raciocínio, Deus é o verdadeiro autor da bíblia, e não os seus escritores, por si mesmos. Segundo este pensamento Deus usou as suas personalidades e talentos individuais, para registrar por escrito os seus pensamentos e a revelação progressiva dos seus propósitos em suas palavras. Para os crentes, a sua postura diante da Bíblia determinará o seu destino eterno.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Os idiomas originais usados para escrever a Bíblia

Foram utilizados três idiomas diferentes na escrita dos diversos livros da Bíblia: o hebraico, o grego e o aramaico. Em hebraico consonantal foi escrito todo o Antigo Testamento, com excepção dos livros chamados deuterocanónicos, e de alguns capítulos do livro de Daniel, que foram redigidos em aramaico. Em grego comum, além dos já referidos livros deuterocanónicos do Antigo Testamento, foram escritos praticamente todos os livros do Novo Testamento. Segundo a tradição cristã, o Evangelho de Mateus teria sido primeiramente escrito em hebraico, visto que a forma de escrever visava alcançar os judeus.
O hebraico utilizado na Bíblia não é todo igual. Encontramos em alguns livros o hebraico clássico (por ex. livros de Samuel e Reis), em outros um hebraico mais rudimentar e em outros ainda, nomeadamente os últimos a serem escritos, um hebraico elaborado, com termos novos e influência de outras línguas circunvizinhas. O grego do Novo Testamento, apesar das diferenças de estilo entre os livros, corresponde ao chamado grego koiné (isto é, o grego "comum" ou "vulgar", por oposição ao grego clássico), o segundo idioma mais falado no Império Romano.
A primeira tradução latina da Bíblia foi a Vetus Latina, baseado na Septuaginta, e, portanto, livros não incluídos na Bíblia hebraica. O Papa Dâmaso I montaria a primeira lista de livros da Bíblia, no Concílio de Roma em 382 d.C. Ele a encomendou de São Jerónimo que produzisse um texto confiável e consistente, traduzindo os textos originais em grego e hebraico para o latim. Esta tradução ficou conhecida como a BíbliaVulgata Latina, antes disso havia grande confusão e divergência sobre os textos bíblicos a serem aceitos pelos cristãos e, em 1546, o Concílio de Trento declara que é a única Bíblia autêntica e oficial no rito latino da Igreja Católica.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Reflexões e Estudos

A Estranha Força que se Ganha Estando a Sós

“Subiu ao monte para orar à parte.”
(Mateus 14:23)


Uma das bênçãos da maneira como se observava o dia do Senhor antigamente, era a sua calma, o seu repouso, a sua santa paz. Há uma estranha força que se ganha estando a sós. As gralhas andam em bandos e os lobos em matilhas, mas o leão e a águia são solitários.

A força não está no tumulto e barulho. Está na quietude. O lago precisa estar calmo, para refletir o céu. O Senhor amava as pessoas, mas quantas vezes lemos que Ele Se retirava delas por um pouco de tempo.

Aqui e ali Ele procurava afastar-se da multidão. Procurava sempre retirar-Se para os montes, à noite. A maior parte do Seu ministério teve lugar nas cidades e aldeias junto ao mar, mas gostava de estar nos montes, e freqüentemente, quando a noite caía, Ele subia e mergulhava nas suas profundezas.

A coisa mais necessária hoje é que vamos ter à parte com o Senhor e nos assentemos a Seus pés na secreta comunhão de Sua bendita presença. Como está esquecida a arte da meditação!
Como é importante cultivarmos o lugar secreto! Como é salutar o tônico da espera em Deus.


Fonte: Livro Mananciais do Deserto 

Ciência x Bíblia

A comunidade científica tem defendido a Bíblia como um importante documento histórico, 
narrado na perspectiva de um povo e na sua fé religiosa. 
Muito da sua narrativa foi de máxima importância para a investigação 
e descobertas arqueológicas dos últimos séculos. 
Mas os dados existentes são permanentemente cruzados com outros documentos contemporâneos, 
uma vez que, a história religiosa do povo de Israel singra em função da soberania de seu povo 
que se diz o "escolhido" de Deus e, inclusive, manifesta essa atitude nos seus registros.
Independente da perspectiva que um determinado grupo tem da Bíblia, 
o que mais chama a atenção neste livro é a sua influência em toda história da sociedade ocidental 
e mesmo mundial, face ao entendimento dela nações nasceram (Estados Unidos da América etc.), 
povos foram destruídos (Incas, Maias, etc), o calendário foi alterado (Calendário Gregoriano), 
entre outros fatos que ainda nos dias de hoje alteram e formatam nosso tempo. 
Sendo também o livro mais lido, mais pesquisado e mais publicado em toda história da humanidade, 
boa parte das línguas e dialetos existentes já foram alcançados por suas traduções. 
Por sua inegável influência no mundo ocidental, cada grupo religioso oferece a sua interpretação, 
cada qual com compreensão peculiar.