quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Reflexões e Estudos

Sabedoria no Lar

"Toda mulher sábia edifica a sua casa; a insensata, porém, derruba-a com as suas mãos"
(Provérbios 14:1).


Em um dia muito frio, Hawthorne, autor americano, chegou em casa com um semblante abatido por ter perdido seu cargo junto ao governo. Como acontece nessas horas, sentou-se cabisbaixo sem esconder seu total desânimo.

Logo que descobriu o motivo de sua angústia, a esposa, ao invés de murmurar ou mostrar qualquer tipo de histeria irracional, com um brilho animador no seu rosto, trouxe-lhe
caneta e papel e com a mão lhe acariciando o ombro disse: "Tome, querido, agora você vai ter tempo de escrever seu livro."

Suas palavras produziram um efeito imediato e ele logo começou o seu trabalho, esqueceu sua perda, escreveu seu livro, criou boa reputação e acumulou grande fortuna. Mulheres que crêem em Deus agem sempre com sabedoria. Qual tem sido a reação, no lar, quando o marido chega com um problema ou uma inquietação que o deixa aflito?

Como a esposa tem reagido à situação? Critica-o, censurando-o pelo acontecimento ou, com a qualidade característica de uma mulher sábia e temente ao Senhor, oferece o ombro amigo e palavras de força e motivação para que ambos, juntos, superem o momento de aflição e conquistem, com amor e compreensão, a vitória que Deus promete a todos que o servem?

Quando Deus não está presente no relacionamento do casal, o amor também se ausenta e o resultado é, quase sempre, desagradável e trágico. As brigas se tornam comuns, a edificação do lar é quase impossível, os filhos sofrem e a paz fica do lado de fora.

Se você deseja que seu lar tenha sempre o brilho da felicidade e o perfume das bênçãos de Deus, busque ao Senhor, peça-lhe orientação e sabedoria para cada uma das decisões
a tomar e poderá ver, em qualquer circunstância, o amor de Jesus reinando em todos os dias de sua vida.


Fonte: Ministério Para Refletir! 

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A hermenêutica

A hermenêutica, uma ciência que trata da interpretação dos textos, tem sido utilizada pelos teólogos para se conseguir entender os textos bíblicos. Entre as regras principais desta ciência encontramos:
1. O texto deve ser interpretado no seu contexto e nunca isoladamente;
2. Deve-se buscar a intenção do escritor, e não interpretar a intenção do autor;
3. A análise do idioma original (hebraico, aramaico, grego comum) é importante para se captar o melhor sentido do termo ou as suas possíveis variantes;
4. O intérprete jamais pode esquecer os fatos históricos relacionados com o texto ou contexto, bem como as contribuições dadas pelageografia, geologia, arqueologia, antropologia, cronologia, biologia, etc.

Sua estrutura interna
A Bíblia é um conjunto de pequenos livros ou uma biblioteca. Foi escrita ao longo de um período de cerca de 1600 anos por 40 homens das mais diversas profissões, origens culturais e classes sociais, segundo a tradição judaico cristã. No entanto, exegetas cristãos divergem sobre a autoria e a datação das obras.
A sua divisão em capítulos e versículos que conhecemos hoje surgiu em momentos diferentes da história. A primeira divisão (em capítulos) credita-se a autoria ao arcebispo Stephen Langton da Cantuária, no século XIII, que fez as marcações dos mesmos através de uma seqüência numérica em algarismos romanos nas margens dos manuscritos. A divisão em versículos foi realizada em 1551 numa edição em grego do Novo Testamento pelo humanista e impressor Robert Stephanus. Pequenas diferenças nas divisões e numerações de capítulos e versículos adotadas podem ser observadas quando se comparam as edições da Bíblia católica, protestante ou judaica (Tanakh).

Origem do termo "Testamento"
Este vocábulo não se encontra na Bíblia como designação de uma de suas partes.
A palavra portuguesa "testamento" corresponde à palavra hebraica berith (que significa aliança, pacto, convênio, contrato), e designa a aliança que Deus fez com o povo de Israel no Monte Sinai, tal como descrito no livro de Êxodo (Êxodo 24:1-8 e Êxodo 34:10-28). Tendo sido esta aliança quebrada pela infidelidade do povo, Deus prometeu uma nova aliança (Jeremias 31:31-34) que deveria ser ratificada com o sangue de Cristo (Mateus 26:28). Os escritores neotestamentários denominam a primeira aliança de antiga (Hebreus 8:13), em contraposição à nova (2 Coríntios 3:6-14).
Os tradutores da Septuaginta traduziram berith para diatheke, embora não haja perfeita correspondência entre as palavras, já que berith designa "aliança" (compromisso bilateral) e diatheke tem o sentido de "última disposição dos próprios bens", "testamento" (compromisso unilateral).
As respectivas expressões "antiga aliança" e "nova aliança" passaram a designar a coleção dos escritos que contém os documentos respectivamente da primeira e da segunda aliança.
O termo testamento veio até nós através do latim quando a primeira versão latina do Velho Testamento grego traduziu diatheke portestamentum. São Jerônimo, revisando esta versão latina, manteve a palavra testamentum, equivalendo ao hebraico berith — aliança, concerto, quando a palavra não tinha essa significação no grego. Afirmam alguns pesquisadores que a palavra grega para "contrato", "aliança" deveria ser suntheke, por traduzir melhor o hebraico berith.
As denominações "Antigo Testamento" e "Novo Testamento", para as duas coleções dos livros sagrados, começaram a ser usadas no final doséculo II, quando os evangelhos e outros escritos apostólicos foram considerados como parte do cânon sagrado.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A interpretação bíblica


Diferente das várias mitologias, os assuntos narrados na Bíblia são geralmente ligados a datas, a personagens ou a acontecimentos históricos (de fato, vários cientistas têm reconhecido a existência de personagens e locais narrados na Bíblia, que até há poucos anos eram desconhecidos ou considerados fictícios), apesar de não confirmarem os fatos nela narrados, por outro lado, comprovando que aconteceram de alguma forma.
Os judeus acreditam que todo o Velho Testamento foi inspirado por Deus e, por isso, constitui não apenas parte da Palavra Divina, mas a própria palavra. Os cristãos, por sua vez, incorporam também a tal entendimento os livros do Novo Testamento. Os ateus e agnósticos possuem concepção inteiramente diferente, descrendo por completo dos ensinamentos religiosos. Tal descrença ocorre face ao entendimento de que existem personagens cuja real existência e/ou atos praticados são por eles considerados fantásticos ou exagerados, tais como os relatos de Adão e Eva, da narrativa da sociedade humana ante-diluviana, da Arca de Noé, o Dilúvio, Jonas engolido por um "grande peixe", etc. Os ateus não creem na existência de Deus algum, portanto para eles qualquer ensinamento religioso, venha da Bíblia ou do Alcorão é falso, desnecessário e até mesmo prejudicial. Há também ateus, que aceitam e acreditam no teor filosófico de tais livros, porém, não atribuem a eles nenhum sentido santo ou divino, não os considerando obra de nenhum deus, mas sim de homens.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Imagens Biblicas

Jacó ( Leia Gn 25 )

sábado, 24 de janeiro de 2009

LINDA MULHER

Quem um dia Imaginou
Um amor assim
Igual é o seu por mim
Que é capaz de tudo fazer
Tudo fazer
Quem dia sentiu
Tamanha emoção
Que divide a alma da razão
E nos faz de vez entender
Que o amor é querer.

Minha Vida
Só tem sentido
Se você estiver
Só serei feliz
Com você
Minha linda Mulher
(seja aonde quiser)

Quem um dia sonhou
Com um amor assim
Igual é o meu por ti
Que é capaz de tudo entender
Por te querer
Quem um dia sentiu uma paixão
Maior que a vida e o próprio coração
E nos faz de fez crer
Que o amor é você...

Claudionor Neto

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

A Bíblia Inspirado por Deus


O apóstolo Paulo afirma que "toda a Escritura é inspirada por Deus" [literalmente, "soprada por Deus", que é a tradução da palavra grega theopneustos] (2 Timóteo 3:16). 
Na ocasião, os livros que hoje compõem a Bíblia não estavam todos escritos e a Bíblia não havia sido compilada, entretanto muitos cristãos crêem que Paulo se referia à Bíblia que seria posteriormente canonizada. O apóstolo Pedro diz que "nenhuma profecia foi proferida pela vontade dos homens. 
Inspirados pelo Espírito Santo é que homens falaram em nome de Deus." (2 Pedro 1:21). 
O apóstolo Pedro atribui aos escritos de Paulo a mesma autoridade do Antigo Testamento: "E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição" (2 Pedro 3:15-16). Veja também os artigos Cânon Bíblico e Apócrifos.
Os cristãos crêem que a Bíblia foi escrita por homens sob Inspiração Divina, mas essa afirmação é considerada subjetiva na perspectiva de uma pessoa não-cristã ou não-religiosa. A interpretação dos textos bíblicos, ainda que usando o mesmo Texto-Padrão, varia de religião para religião. Verifica-se que a compreensão e entendimento a respeito de alguns assuntos pode variar de teólogo para teólogo, e mesmo de um crente para outro dependendo do idealismo e da filosofia religiosa defendida, entretanto, quanto aos fatos e às narrações históricas, existe uma unidade.
A fé dos leitores religiosos da Bíblia baseia-se na premissa de que "Deus está na Bíblia e Ele não fica em silêncio", como declara repetidamente o renomeado teólogo presbiteriano e filósofo, o Pastor Francis Schaeffer, dando a entender que a Bíblia constitui uma carta de Deus para os homens. Para os cristãos, o Espírito Santo de Deus atuou de uma forma única e sobrenatural sobre os escritores. Seguindo este raciocínio, Deus é o verdadeiro autor da bíblia, e não os seus escritores, por si mesmos. Segundo este pensamento Deus usou as suas personalidades e talentos individuais, para registrar por escrito os seus pensamentos e a revelação progressiva dos seus propósitos em suas palavras. Para os crentes, a sua postura diante da Bíblia determinará o seu destino eterno.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Os idiomas originais usados para escrever a Bíblia

Foram utilizados três idiomas diferentes na escrita dos diversos livros da Bíblia: o hebraico, o grego e o aramaico. Em hebraico consonantal foi escrito todo o Antigo Testamento, com excepção dos livros chamados deuterocanónicos, e de alguns capítulos do livro de Daniel, que foram redigidos em aramaico. Em grego comum, além dos já referidos livros deuterocanónicos do Antigo Testamento, foram escritos praticamente todos os livros do Novo Testamento. Segundo a tradição cristã, o Evangelho de Mateus teria sido primeiramente escrito em hebraico, visto que a forma de escrever visava alcançar os judeus.
O hebraico utilizado na Bíblia não é todo igual. Encontramos em alguns livros o hebraico clássico (por ex. livros de Samuel e Reis), em outros um hebraico mais rudimentar e em outros ainda, nomeadamente os últimos a serem escritos, um hebraico elaborado, com termos novos e influência de outras línguas circunvizinhas. O grego do Novo Testamento, apesar das diferenças de estilo entre os livros, corresponde ao chamado grego koiné (isto é, o grego "comum" ou "vulgar", por oposição ao grego clássico), o segundo idioma mais falado no Império Romano.
A primeira tradução latina da Bíblia foi a Vetus Latina, baseado na Septuaginta, e, portanto, livros não incluídos na Bíblia hebraica. O Papa Dâmaso I montaria a primeira lista de livros da Bíblia, no Concílio de Roma em 382 d.C. Ele a encomendou de São Jerónimo que produzisse um texto confiável e consistente, traduzindo os textos originais em grego e hebraico para o latim. Esta tradução ficou conhecida como a BíbliaVulgata Latina, antes disso havia grande confusão e divergência sobre os textos bíblicos a serem aceitos pelos cristãos e, em 1546, o Concílio de Trento declara que é a única Bíblia autêntica e oficial no rito latino da Igreja Católica.