domingo, 12 de julho de 2009

DE CORAÇÃO PRA CORAÇÃO

Eu vim de tão longe
Estava de você Tão distante
Mas pelo um simples instante
Vi, que já estava
Envolvido por você.

Eu nem sabia, que você existia.
Mas Deus sabia, o quanto te queria.

Não foi por acaso... Não...
Que eu fiz essa canção
Nem por mera Ou simples emoção
Ou qualquer coisa em vão
Mas foi o toque do amor
De Deus em meu coração.

Mil poemas, mil poesias.
Mil cantores, suas mil melodias.
Tudo isso não diria O que vou dizer
De coração pra coração. Amo você...
Eu sabia aonde te encontraria.
Eu nem sabia, que um dia te amaria.
Mas Deus sabia, o quanto eu te queria.


Claudionor Neto

Imagens Biblicas

Jó 2

sábado, 11 de julho de 2009

Mensagem da Semana

Abra seus olhos


O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:

"– Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal?"

Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu:

"Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda".

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio:

"– Nem penso mais nisso," - disse o homem - "quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!"

As vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros.

Pense nisso... Deus tem o maior dos tesouros para você!


Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que nosso Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual.

Jesus Cristo e os dons


O Senhor Jesus, possuía os dons e os usava para a edificação da multidão que o seguia
“Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós.” (Mt 12.28)
Segundo os que entendem que o cristão receptor é apenas um despenseiro do dom, este exemplo precisa ser observado pelos que foram agraciados, os talentos espirituais não são para a glória do homem, sim, para a edificação do povo de Deus, através da manifestação do poder e autoridade.

Pentecostes
Neste dia o dom do Espírito Santo permitiu a todos os apóstolos falarem em outras línguas (idiomas), sendo entendidos por pessoas de diferentes países.
A primeira referência do derramamento do Espírito sobre a igreja está em Atos:
“Quando chegou o dia de Pentecostes, todos os seguidores de Jesus estavam reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho que parecia o de um vento soprando muito forte e esse barulho encheu toda a casa onde estavam sentados. Então todos viram umas coisas parecidas com chamas, que se espalharam como línguas de fogo; e cada pessoa foi tocada por uma dessas línguas. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, de acordo com o poder que o Espírito dava a cada pessoa.”(Atos 2.1-4).

Variedade de Línguas
Os dons são diversos e todos eles úteis à edificação da igreja. O dom de línguas é visto por algumas denominações como único sinal do “Batismo no Espírito”; chegando a afirmar alguns que se o cristão não fala em línguas estranhas, não são batizados. Um entendimento considerado errôneo, pelos não pentecostais e por parte dos pentecostais.
O principal texto usado para comprovar esta tese é o que descreve o Pentecostes, no entanto, as línguas ali faladas não foram estranhas ou de anjos, sim, idiomas regionais. O falar em línguas em algumas vidas realmente é a confirmação do enchimento com o Espírito, mas, não é possível generalizar.
O Batismo do Espírito só é possível em vidas que cultivam a santidade.
“Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.” (2 Co 7.1)
A condição de santos é impostas a todos que querem viver na presença do Senhor, estes estão habilitados a receberem os dons reservados, não especificamente línguas. As vidas que produzem os frutos da carne (Gl 5.19-21), estão em pecado, afastadas de Deus e incapacitadas de serem usadas pelo Espírito Santo. Assim entendem os estudiosos que se pessoas que não vivem, ou procuram viver em santidade, se falam em línguas, ou profetizam, provavelmente são movidas pelo espírito de engano. Visto que o reino das trevas seriam um reino organizado que procura imitar o reino celestial, mas com distorções, e “sinais de mentira”.
Os mais conservadores salientam a ordem e decência no falar em línguas - 1Co 14.27-33 – para a desordem não tomar lugar no culto. E que falar línguas não faz o homem santo como muitos pensam, mas viver a vontade de Deus é o que faz o homem ser santo.
Sinal da graça de Deus que fluiu das mãos de Paulo para outros por quem orava com imposição de mãos (At 10.44 e 19.6). Assim, uma das formas de receber a glossolalia seria pela imposição das mãos de um servo “separado”. O dom de línguas é a forma mais pura de louvor eadoração, pois, é o próprio Espírito que se apresenta diante do Eterno Rei.
Não é o dom mais importante segundo Paulo - I Co 14, afirmando que o falar em línguas é para edificação pessoal. E alguns entendem que ao descrever os dons por importância, situou o de línguas entre os menores. Além da importância de haver alguém que possa interpretá-lo para edificação da igreja.
É comum entre os pentecostais a afirmação: Só é batizado no Espírito se falar em línguas! Não há textos na Bíblia taxativos sobre esta questão, os usados para justificar esta tese não são suficientemente claros, a principal base para esta afirmação é o relato do Pentecostes (At 2.8-11), mas, se observado mais detidamente, conclui-se que não foram línguas estranhas ou de anjos, sim, idiomas, eram homens de diversas nações que encontravam-se reunidos ali.

ELO ENTRE AMIGOS

Os anos passam
Os tempos mudam
Mas nossos sentimentos
Continuam os mesmos
Nem a saudade
e distância
E capaz de apagar
Em nossos pensamentos
A importância
de cada lembrança
De cada um
dos meus amigos

Foram tantos
e bons os amigos
Que o tempo
me deixou conhecer
Alguns marcaram tanto
E jamais poderei esquecer
Os da minha infância
tão querida
Carlos meu primo
Fabio, Arenaldo,
Valdinar e Rodrigo
São alguns dos meus
grandes amigos
Aida e Alba irmãs queridas
Francielle, Érika,
Andréia e Amanda.
Alguma das tantas
e valiosas amigas.

A minha Adolescência
Foi quase infinita
São tantos os amigos
Que não caberiam
em mil linhas
Shirley, Daniel, Junior,
Grazielle e Fabinho
Hernándes, Áurea,
Eliane, Ana e Jorginho

Na L norte
eu recebi uma nova família
Amigos que penso com carinho
Todos os meus dias
Pois lá vivi
os melhores momentos
Da minha vida
Kátia, Ricardo, Fabiana,
Mônica e Pedrinho.
Willian, Sheila, Cássio,
Welma e Francisquinho.
Roni, Flavia, Claudia,
Vailda e Claudinho.
Carol, Toni, Fernanda,
Lílian e Paulinho
Entre tantos e tantos amigos
Não da escrever
o nome de todos
Mais são todos
valiosos e queridos

O tempo passou
Rápido demais
Foram muitas
as cidades que morei
Pessoas de todas
as idades conheci
Pra cada lugar que passei
Um amigo deixei
E dele sempre me lembrarei

Como poderei esquecer
Santa Maria, Novo gama,
gama e Recanto
Ceilandia , Taguatinga,
Samambaia e Pe. Bernardo
Brazlandia e águas lindas
O meu amigo
e professor Kostruba
O Natalino, Ivan,
Romildo e Marcelinho.
Meu pai na Fé e mestre Israel
O Irlei, Alves, Guedes,
José e Ricardinho
O Antonio, Kelly, Marcela,
Cida e Neilan
O Wilson, Viviane, Angélica,
Daniela e Sulan

Nasci em Belém no Pará
Cresci em ananindeua
Mais foi no Paraná
Que me tornei adulto
Que me casei
e aumentei minha familia
com os parentes da minha mulher
e minha querida Filhinha
onde encontrei tantos amigos
Ana Paula, Geovani,
Silvia, Andressa e Luciano
Olívia, Claudia, Rosangela,
Cristiane e Fabiano
James, Antonio, Tiago,
Cleuce e Negão.
Roni, Gean, Augusto,
Claudemir e Loirão
Marcos, Moises, Tiago,
Aroldo e João
Com todos aprendi muito.

Conheço o Paraná
como a palma da mão
No Pará está a minha alma
Já no Paraná o meu coração
Morei em Curitiba, Maringá,
cascavel, Toledo.
Ponta grossa, Arapoti,
Guairá, Assis, Quedas
Medianeira, paiçandu,
cianorte, Mandaguari e Ipanema.
Visitei Londrina, Paranaguá,
matinhos, Apucarana.
Foz, Guarapuava, Paranavaí,
sarandi e Umuarama.
Castro, Irati, Telêmaco,
Arapongas e Campo Mourão
Araucária, Pinhais,
Pato branco e Francisco Beltrão
Andei por toda região metropolitana
São José dos Pinhais, Campo Largo,
Colombo e todas as demais...

Por todos esses lugares
que passei
Fiz amigos
e alguns até mais que isso
Por isso guardo no meu peito
De cada um o sorriso

Tem também
a minha linda Família
A minha mãe, a mulher da minha vida.
Minha esposa Aline, e Alane minha Filha
Meu irmão Dinho
Que sempre me defendeu desde
De pequenininho
A mery minha irmã e amiga
Tem sempre algo
na ponta da língua
Minha vó e a Ane minha Irmãzinha
Sem esquecer do meu pai
Do meu irmão Denis e o Eric
O meu irmãozinho
Minha tia Lucia,
Meu Tio Joaquim
Minhas outras tias e tios,
e todos Os meus queridos primos.
Tem a familia que eu escolhi
a Natalia minha melhor amiga
cristiane e Tatiane irmãs do
meu irmão e minhas.

É o tempo passou
Voou como asas de anjos
E nos deixou numa situação
Um tanto difícil
Próximos pelo lembrança
E separados pela distancia
Mais eu sei que não importa
A idade que temos
O a cidade que vivemos
Sempre seremos
amigos E queridos.

Claro que eu queria
Só mais um dia de criança
Na companhia de todos vocês
Pra conversar besteiras
Tomar banho de chuva
Lembrar de tudo
Sem problemas
ou preocupações
Se divergências
por causa de times
Partidos e diferentes religiões
Só ser criança,
correr, pular gritar
Dançar e sorrir
Um paraíso só pra gente
Todo mundo igual
E nada de ruim
ou diferente
Sem tristeza, magoa ou dor
Somente alegria,
paz e amor
Por isso
Meus amigos jamais
irei esquecê-los
Alguns nomes não falei
Outros realmente
não lembrei
Mais ao vê-los relembrarei
Pois sei que um dia
estaremos
Todos próximos de novo...
Junto com aquele que é
O nosso elo e melhor amigo
Nosso Deus e pai
Nosso Consolador
O senhor e Salvador Jesus Cristo...

Claudionor Neto

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Dons do Espírito Santo

Dons do Espírito Santo, são os dons que o Espírito Santo entrega aos cristãos para o serviço na igreja.
É uma expressão estudada na teologia cristã. Segundo o autor da Primeira Epístola aos Coríntios, seria doado para o que fosse útil (12:7), e repartido a cada um segundo a vontade do Espírito Santo (12:11); existindo diferentes tipos de dons:
Alguns grupos, incluindo várias denominações cristãs de linha conservadora, creditam nos dons, particularmente línguas e profecia, foram limitados a Igreja primitiva, uma visão conhecida como cessacionismo. Outros grupos, includindopentecostais e denominações de Santidadedo Cristianismo, tem uma visão oposta (continuacionismo), acreditam que os dons espirituais são atuais. Pentecostais recebem frequentemente membros usando esses dons. Partes do Catolicismo Romano, Ortodoxa Oriental, e muitas outra denominações protestante acreditam na atualidade dos dons espirituais, especialmente aqules influenciados peloMovimento Carismático.

Enumeração dos Dons
A Primeira Epístola aos Coríntios enumera alguns dons
(I Co 12:8-10):
Palavra da sabedoria
Palavra do conhecimento

Dons de curar
Operação de maravilhas
Profecia
Discernimento de espíritos
Variedade de línguas
Interpretação de línguas
Os dons descritos no Novo Testamento relacionan-se tamabém com a Trindade.
Cada um segundo sua função e doador.

O Pai, O Filho e O Espírito Santo
Romanos 12:6-8 Eféesios 4:11 I Coríntios 12:1-14
Profecia
Ministério
Ensinar
Exortação
Repartir
Presidir
Exercer misericórdia


Apóstolo
Profeta
Evangelista
Pastor
Mestre

Palavra da sabedoria
Palavra da conhecimento
Discernimente de espíritos
Falar em línguas
Interpretação das línguas
Profecia

Operação de milagres
Curas

Buscar os dons
Por ser entendimento comum que os dons eram distribuídos segundo a vontade do Espírito, houve debates teológicos para refletir se era bíblico a petição de dons. Algumas denominações exercitavam reuniões em que o religioso deveria repetir muitas vezes um determinado louvor ou clamor e o Espírito “enrolaria” sua língua para a glossolalia, o que foi muito criticado por outras denominações religiosas. Chegou-se então ao entendimento que as reuniões de orações poderiam evocar a petição do dom, contudo a tentativa de induzir o Espírito Santo com tais práticas era condução ao engano pelo poder do espírito do mal e pelo poder do espírito da carne, visto que a alma do homem poderia ser induzida por mensagem subliminhar.
A sustentação para a permissão para a petição de tais dons estariam firmadas em I Co14:1 - “Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar.”
Muito estudiosos entendem que estariam limitados a tais dons a distribuição do Espírito, contudo pensam outros que o Espírito Santo é livre e não se restringe à relação deixada pelo apóstolo; novas formas de ações surgem no decorrer da história do povo eleito. Essas novas formas foram criticadas por conservadores por dar vazão ao surgimento de heresias.
Outra linha entende que os dons do Espírito não ficaram restritos ao Pentecostes, visto esta tese contraria todas as cartas Paulinas, pois, foram escritas em datas posteriores ao Pentecostes. A conversão de Paulo aconteceu por volta do ano 37 d.C., sete anos após a descida do Espírito Santo no Pentecostes (30 d.C.).
Segundo as traduções da Epístola aos Hebreus - Hb 2.4, os dons espirituais seriam distribuídos segundo a vontade de Deus, confirmando a pregação com sinais e prodígios, sendo o seu recebedor apenas um despenseiro a cuidar desses dons, administrando aos demais - 1Pe 4.10 – por intermédio de um canal humano que não seria o dono do dom, pois seria pertencente ao Espírito.
Há uma linha teológica que entende que a manifestação dos dons na vida do cristão é a confirmação do “Batismo do Espírito Santo”, já outra linha ensina que o “Batismo do Espírito Santo” é “automático” e consecutivo ao arrependimento e aceitação de Jesus Cristo como Senhor e Salvador.



terça-feira, 7 de julho de 2009

Curiosidades Bíblicas


Por que o rei Saul morreu?

Por causa da sua transgressão contra o Senhor, por não ter guardado a Palavra do Senhor e por ter consultado uma necromante.
I Crônicas 10:13,14.