» Alcançar:
. Fomos alcançados pelo amor de Deus e devemos ter encargo por aqueles que ainda não conhecem o evangelho. Recebemos do Senhor o ministério da reconciliação (II Coríntios 5: 19,20), devemos assumir o nosso papel de sal da terra e luz do mundo, pois, carregamos a mensagem mais poderosa do universo: Jesus Cristo reina e é o salvador de todo o que crê. Fomos chamados para sermos mensageiros das boas novas de salvação, primeiro aos nossos familiares e amigos e também a todos quantos o Senhor nos permitir compartilhar. Devemos ter alegria e motivação ao trabalharmos, arrancando muitos das garras do diabo, conduzindo-os ao reino de Deus.
. No Verbo Vivo, muitos são alcançados através das reuniões de celebração, outros são alcançados nas células, outros ainda em eventos de colheita, encontros ou evangelismo individual.
. É importante também lembrar que os alcançados devem ser consolidados. Para que isso aconteça de forma sadia, é fundamental a participação em uma célula.
» Discipular:
. Todas as pessoas que chegam ao ministério devem ser discipuladas. Isso é imprescindível para prover proteção, alimento, crescimento e cobertura espiritual. O primeiro processo de discipulado acontece num período de três meses, com lições específicas, ministradas uma vez por semana e com um discipulador designado especialmente para esta tarefa. Dizemos que este período de discipulado é a porta de entrada ao Ministério.
. O discípulo conhecerá a visão, concluirá o seu passado para seguir livre em sua jornada com o Senhor, será batizado (caso não tenha sido antes) e recebido no rol de membros do Ministério. Após este período o discípulo será abençoado, liberado e orientado a continuar crescendo através do trilho de formação. Compreendemos também que, em cada fase de nossa jornada, devemos ser discipulados enquanto discipulamos outros.
. Paternidade espiritual ou mentoreamento deve ser vivenciada por todos.Cada semente gera segundo sua espécie, portanto, ovelhas devem alcançar e discipular ovelhas, lideres devem alcançar e discipular outros líderes, supervisores devem fazer o mesmo, assim como os pastores. Quando alguém assume uma função no Ministério deve ter em mente que o primeiro ato nesta função, é escolher um "Timóteo" em quem possa se multiplicar.
. Fomos chamados para frutificar, por isso, orientamos a cada irmão que discipule outros garantindo assim a multiplicação.
"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" . Mateus 28:19,20
» Enviar
Pais espirituais sadios investem na vida dos seus filhos e têm alegria em abençoá-los e liberá-los para cumprirem seus propósitos em Deus.
. Em cada fase de nossa jornada com Deus, recebemos pais espirituais que nos auxiliam e nos transmitem herança. Assim como no natural, filhos devem obedecer e honrar seus pais para serem abençoados, na jornada espiritual acontece o mesmo. Filhos espirituais devem honrar suas fontes para crescerem fortes e abençoados. Deus é o nosso abençoador, mas ele usa pessoas (especialmente os pais) para que a bênção nos alcance. "Vós filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isso é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" Efésios 6:1-3. Os pais, por sua vez, devem ter como objetivo lançar seus filhos como flechas. É honra para um pai ver seus filhos fazendo obras maiores do que as suas.
. Não queremos apenas alcançar nossa geração, queremos fazer discípulos, não queremos apenas fazer discípulos, queremos enviá-los.
. Temos trabalhado para implantar esta cultura dentro da igreja, ou seja, onde quer que estejamos atuando, devemos alcançar pessoas, discipular e enviá-las através da imposição de mãos e da palavra profética, transferindo unção para que sejam equipadas e capacitadas para a obra.
. Foi o que Paulo fez com Timóteo e depois o orientou a fazer com outros:
"...e o que de mim ouviste diante de muitas testemunhas, transmite-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros" II Timóteo 2:2.
. Seguindo estes passos almejamos transformar nossa cidade e os lugares onde o Senhor nos enviar.
Não tenho maior gozo do que este: o de ouvir que os meus filhos andam na verdade. III João 4
Estudo do Apóstolo João Staub
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Governo dos 12
Governo dos 12 ou Visão 12 ou G12 ou ainda grupo dos 12 é um controvertido movimento religioso que teve seu surgimento no meio evangélico neopentecostal, cujo principal objetivo é o de promover o crescimento da igreja.
Segundo os adeptos, o G12 busca a evangelização, ou seja, ganhar vidas para Deus, cumprindo com o mandamento do Senhor: Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura, usando como estratégia as células, pequeno grupos de oração e estudo da Bíblia. Uma outra prática do G12 é a de trabalhar o discipulado nas células, fundamentado no versículo Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo - Mateus 28.19.
Origem
O movimento G12 foi criado pelo pastor colombiano César Castellanos Domínguez, da Missão Carismática Internacional (MCI).
Castellanos iniciou seu movimento em 1983, inspirado no modelo de igreja em células do pastor sul-coreano David (Paul) Yonggi Cho da "Igreja do Evangelho Pleno". Com esse projeto deu-se início ao MCI. Castellanos afirma, então, ter recebido uma revelação proféticadiretamente de Deus, em 1991, em resposta à sua oração em prol do crescimento de sua igreja, devido o movimento inicial não ter obtido o êxito esperado.
Em seu livro "Sonhas e Ganharás o Mundo" Castellanos esclarece: "Em 1991, sentimos que se aproximava um maior crescimento, mas algo impedia que o mesmo ocorresse em todas as dimensões. Estando em um dos meus prolongados períodos de oração, pedindo a direção de Deus para algumas decisões, clamando por uma estratégia que ajudasse na frutificação das setenta células que tínhamos até então, recebi a extraordinária revelação do modelo dos doze. Deus me tirou o véu. Foi então que tive a clareza do modelo que agora revoluciona o mundo quanto ao conceito mais eficaz para a multiplicação da igreja: os doze. Nesta ocasião, ouvi o Senhor dizendo-me: vais reproduzir a visão que tenho te dado em doze homens, e estes devem faze-lo em outros doze, e este, por sua vez, em outros doze.”.
Sistemática
De acordo com a visão de Castellanos, a igreja deve ser subdividida em grupos, denominados 'células'. As células se reunem nas casas, onde se realizam reuniões de estudo bíblico e oração, sob a coordenação de um líder. O objetivo da célula é o crescimento e a multiplicação. Assim que a célula atinge a meta de 24 membros é dividida em duas células de 12 membros, e assim por diante. Algumas igrejas utilizam outros números de membros para a multiplicação. Porém, a idéia é a mesma.
Segundo Catellanos: "...o princípio dos doze é um revolucionário modelo de liderança que consiste em que a cabeça de um ministério seleciona doze pessoas para reproduzir seu caráter e autoridade neles para desenvolver a visão da igreja, facilitando assim a multiplicação; essas doze pessoas selecionam a outras doze, e estas a outras doze, para fazer com elas o mesmo que o líder fez em suas vidas"[2].
Dessa forma, a visão, como costuma ser chamado o G12, é tratada como uma estratégia para frutificação rápida e eficaz da igreja, através da qual o evangelismo é sistematizado. É muito comum que algumas igrejas, adeptas do G12, estabeleçam metas de crescimento de modo a incentivar a multiplicação das células.
Segundo seus idealizadores, o G12 possui quatro etapas principais:
Ganhar: Ocorre quanto um novo membro é convidado e começa a participar das reuniões na célula
Consolidar: O membro participa ativamente das reuniões na célula e deve ir para o Encontro,retiro espiritual
Treinar: Após o Encontro o participante recebe treinamento para liderar células
Enviar: O novo líder está pronto para assumir uma célula.
Há porém várias versões para modelo de igrejas em células: o G12 colombiano,M12 de Renê e o G12 renovado da igreja Sara Nossa Terra e outras.
Encontro
Os Encontros fazem parte da estratégia de consolidação. São retiros, normalmente de três dias, realizados com os membros das células. Para participar é necessário passar pelas reuniões de pré-encontro, onde os participantes recebem instruções sobre a visão e a estrutura da igreja em células. Após o retiro também são realizadas reuniões pós-Encontro.
De acordo com Castellanos: "É a primeira experiência de confrontação cara a cara com Deus, consigo mesmo e com as demais pessoas, que o motivará a refletir no seu viver diário e a projetar-se com paz e segurança em Jesus Cristo para o futuro. O encontro é uma experiência genuína com Jesus Cristo, com a Pessoa do Espírito Santo e com as Sagradas Escrituras, no qual, mediante conferências, seminários, vídeos e auto-exame se leva o novo convertido ao arrependimento, libertação de ataduras e cura interior. O propósito é dar orientação clara, à luz das Sagradas Escrituras, ao recém convertido, sobre seu passado, presente e futuro com Jesus Cristo, mediante ministrações a nível pessoal e de grupo... Desta maneira, o novo crente é preparado para desenvolver uma relação íntima com o Senhor, facilitando-lhe o aprendizado da oração, leitura da Palavra e o conhecimento da visão..."
É comum, em alguns casos, antes do Encontro o participante já ter passado pelo batismo nas águas, mas geralmente isso acontece após o encontro, quando o participante já alcançou certo nível de conciência de arrependimento de pecado, requisito primordial para a realização do Batismo.
Após o Encontro o membro da célula passa por um treinamento para se tornar líder. Esse curso dura de 3 a 6 meses e tem por objetivo formar o membro para conduzir as reuniões nas células. Quando um líder tem várias células sob seus cuidados ele recebe outros títulos, comosupervisor ou coordenador.
Críticas
O Movimento G12 tem gerado grandes discussões no meio evangélico brasileiro, devido à sua conotação neo-pentecostal. Bem recebido e implantado por algumas igrejas e totalmente rejeitado em outras.
A principal crítica ao movimento é com relação às doutrinas que os opositores alegam estar 'embutidas' no G12. Muitas dessas doutrinas não são aceitas pelas denominações tradicionais e pentecostais clássicas, tais como: batalha espiritual, quebra de maldições, cobertura espiritual, atos proféticos -- que envolvem até sacrifícios de animais --, cura interior, etc. Há algumas críticas também pelo fato de haver uma suposta sessão de regressão na qual o participante do encontro faz o seu "renascimento".
Certos teólogos e espiritualístas, porém, consideram o G12 inapropriado por sua grande semelhança com certos cultos do paganismo, tais similitudes estando mais evidentes durante os Encontros.
Segundo os adeptos, o G12 busca a evangelização, ou seja, ganhar vidas para Deus, cumprindo com o mandamento do Senhor: Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura, usando como estratégia as células, pequeno grupos de oração e estudo da Bíblia. Uma outra prática do G12 é a de trabalhar o discipulado nas células, fundamentado no versículo Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo - Mateus 28.19.
Origem
O movimento G12 foi criado pelo pastor colombiano César Castellanos Domínguez, da Missão Carismática Internacional (MCI).
Castellanos iniciou seu movimento em 1983, inspirado no modelo de igreja em células do pastor sul-coreano David (Paul) Yonggi Cho da "Igreja do Evangelho Pleno". Com esse projeto deu-se início ao MCI. Castellanos afirma, então, ter recebido uma revelação proféticadiretamente de Deus, em 1991, em resposta à sua oração em prol do crescimento de sua igreja, devido o movimento inicial não ter obtido o êxito esperado.
Em seu livro "Sonhas e Ganharás o Mundo" Castellanos esclarece: "Em 1991, sentimos que se aproximava um maior crescimento, mas algo impedia que o mesmo ocorresse em todas as dimensões. Estando em um dos meus prolongados períodos de oração, pedindo a direção de Deus para algumas decisões, clamando por uma estratégia que ajudasse na frutificação das setenta células que tínhamos até então, recebi a extraordinária revelação do modelo dos doze. Deus me tirou o véu. Foi então que tive a clareza do modelo que agora revoluciona o mundo quanto ao conceito mais eficaz para a multiplicação da igreja: os doze. Nesta ocasião, ouvi o Senhor dizendo-me: vais reproduzir a visão que tenho te dado em doze homens, e estes devem faze-lo em outros doze, e este, por sua vez, em outros doze.”.
Sistemática
De acordo com a visão de Castellanos, a igreja deve ser subdividida em grupos, denominados 'células'. As células se reunem nas casas, onde se realizam reuniões de estudo bíblico e oração, sob a coordenação de um líder. O objetivo da célula é o crescimento e a multiplicação. Assim que a célula atinge a meta de 24 membros é dividida em duas células de 12 membros, e assim por diante. Algumas igrejas utilizam outros números de membros para a multiplicação. Porém, a idéia é a mesma.
Segundo Catellanos: "...o princípio dos doze é um revolucionário modelo de liderança que consiste em que a cabeça de um ministério seleciona doze pessoas para reproduzir seu caráter e autoridade neles para desenvolver a visão da igreja, facilitando assim a multiplicação; essas doze pessoas selecionam a outras doze, e estas a outras doze, para fazer com elas o mesmo que o líder fez em suas vidas"[2].
Dessa forma, a visão, como costuma ser chamado o G12, é tratada como uma estratégia para frutificação rápida e eficaz da igreja, através da qual o evangelismo é sistematizado. É muito comum que algumas igrejas, adeptas do G12, estabeleçam metas de crescimento de modo a incentivar a multiplicação das células.
Segundo seus idealizadores, o G12 possui quatro etapas principais:
Ganhar: Ocorre quanto um novo membro é convidado e começa a participar das reuniões na célula
Consolidar: O membro participa ativamente das reuniões na célula e deve ir para o Encontro,retiro espiritual
Treinar: Após o Encontro o participante recebe treinamento para liderar células
Enviar: O novo líder está pronto para assumir uma célula.
Há porém várias versões para modelo de igrejas em células: o G12 colombiano,M12 de Renê e o G12 renovado da igreja Sara Nossa Terra e outras.
Encontro
Os Encontros fazem parte da estratégia de consolidação. São retiros, normalmente de três dias, realizados com os membros das células. Para participar é necessário passar pelas reuniões de pré-encontro, onde os participantes recebem instruções sobre a visão e a estrutura da igreja em células. Após o retiro também são realizadas reuniões pós-Encontro.
De acordo com Castellanos: "É a primeira experiência de confrontação cara a cara com Deus, consigo mesmo e com as demais pessoas, que o motivará a refletir no seu viver diário e a projetar-se com paz e segurança em Jesus Cristo para o futuro. O encontro é uma experiência genuína com Jesus Cristo, com a Pessoa do Espírito Santo e com as Sagradas Escrituras, no qual, mediante conferências, seminários, vídeos e auto-exame se leva o novo convertido ao arrependimento, libertação de ataduras e cura interior. O propósito é dar orientação clara, à luz das Sagradas Escrituras, ao recém convertido, sobre seu passado, presente e futuro com Jesus Cristo, mediante ministrações a nível pessoal e de grupo... Desta maneira, o novo crente é preparado para desenvolver uma relação íntima com o Senhor, facilitando-lhe o aprendizado da oração, leitura da Palavra e o conhecimento da visão..."
É comum, em alguns casos, antes do Encontro o participante já ter passado pelo batismo nas águas, mas geralmente isso acontece após o encontro, quando o participante já alcançou certo nível de conciência de arrependimento de pecado, requisito primordial para a realização do Batismo.
Após o Encontro o membro da célula passa por um treinamento para se tornar líder. Esse curso dura de 3 a 6 meses e tem por objetivo formar o membro para conduzir as reuniões nas células. Quando um líder tem várias células sob seus cuidados ele recebe outros títulos, comosupervisor ou coordenador.
Críticas
O Movimento G12 tem gerado grandes discussões no meio evangélico brasileiro, devido à sua conotação neo-pentecostal. Bem recebido e implantado por algumas igrejas e totalmente rejeitado em outras.
A principal crítica ao movimento é com relação às doutrinas que os opositores alegam estar 'embutidas' no G12. Muitas dessas doutrinas não são aceitas pelas denominações tradicionais e pentecostais clássicas, tais como: batalha espiritual, quebra de maldições, cobertura espiritual, atos proféticos -- que envolvem até sacrifícios de animais --, cura interior, etc. Há algumas críticas também pelo fato de haver uma suposta sessão de regressão na qual o participante do encontro faz o seu "renascimento".
Certos teólogos e espiritualístas, porém, consideram o G12 inapropriado por sua grande semelhança com certos cultos do paganismo, tais similitudes estando mais evidentes durante os Encontros.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Curiosidades Bíblicas
Que duas mulheres Paulo usou como ilustração das duas alianças, na carta aos Gálatas?
Sara e Hagar
(Gálatas 4:21-31)
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Parábolas e Curiosidades
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Ministério Internacional da Restauração
O Ministério Internacional da Restauração é uma igreja evangélica apostólica em células com sede em Manaus, presidida pelo apóstoloRenê Terra Nova. Inicialmente conhecido como Primeira Igreja Batista da Restauração em Manaus (PIBREM, fundada em 19 de julho de 1992), o MIR (como é mais conhecido), tem sido a principal referência de Igreja na Visão Celular no Modelo dos 12 (M12) aqui no Brasil e internacionalmente.
A igreja e seu líder, apóstolo Renê Terra Nova, formam os reponsáveis, junto com a apóstola Valnice Milhomens, em trazer o Governo dos Doze (G12) de César Castellanos ao Brasil. Atualmente a designação do modelo celular liderado por Renê é M12.
A diferença entre a PIBREM e o MIR é que o Ministério da Restauração nasceu em 20 de outubro de 1990, quando o então Pastor Renê e família chegaram a Manaus, quando ainda liderava a Igreja Batista Memorial.O Templo do MIR Manaus tem capacidade para 9 mil e 500 Pessoas.
O MIR propaga a visão em células, como um retorno ao cristianismo primitivo. Comemoram e divulgam as festas bíblicas/judaicas, como Festa dos Tabernáculos, Páscoa, Pentecostes, Yom Kippur e Chanucá.
O número de fiéis é de cerca de 40.000 membros somente em Manaus. O MIR dá cobertura espiritual a dezenas de igrejas e ministérios na transição para o Modelo dos 12 de igrejas em células, renovadas ou mesmo tradicionais.
O MIR promove desde o ano 2000 o Congresso de Resgate da Nação, em Porto Seguro (BA), conhecida também como ùtero da Nação, devendo a partir de sua 12a. edição (2011) passar a ser em outras cidades a serem definidas sob orientação espiritual de Yeshua (Jesus, em hebraico, como preferem-nO chamar).
A igreja e seu líder, apóstolo Renê Terra Nova, formam os reponsáveis, junto com a apóstola Valnice Milhomens, em trazer o Governo dos Doze (G12) de César Castellanos ao Brasil. Atualmente a designação do modelo celular liderado por Renê é M12.
A diferença entre a PIBREM e o MIR é que o Ministério da Restauração nasceu em 20 de outubro de 1990, quando o então Pastor Renê e família chegaram a Manaus, quando ainda liderava a Igreja Batista Memorial.O Templo do MIR Manaus tem capacidade para 9 mil e 500 Pessoas.
O MIR propaga a visão em células, como um retorno ao cristianismo primitivo. Comemoram e divulgam as festas bíblicas/judaicas, como Festa dos Tabernáculos, Páscoa, Pentecostes, Yom Kippur e Chanucá.
O número de fiéis é de cerca de 40.000 membros somente em Manaus. O MIR dá cobertura espiritual a dezenas de igrejas e ministérios na transição para o Modelo dos 12 de igrejas em células, renovadas ou mesmo tradicionais.
O MIR promove desde o ano 2000 o Congresso de Resgate da Nação, em Porto Seguro (BA), conhecida também como ùtero da Nação, devendo a partir de sua 12a. edição (2011) passar a ser em outras cidades a serem definidas sob orientação espiritual de Yeshua (Jesus, em hebraico, como preferem-nO chamar).
Versículo do Dia
"Na minha angústia invoquei o Senhor, sim,
clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu Ele a minha voz;
o clamor que eu lhe fiz chegou aos Seus ouvidos."
Salmos 18:6
clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu Ele a minha voz;
o clamor que eu lhe fiz chegou aos Seus ouvidos."
Salmos 18:6
domingo, 25 de outubro de 2009
A TULIPA AZUL
Era uma vez um jovem sonhador
Que tinha um sonho
De encontrar o seu grande amor
Aquela que por ela fizesse de tudo
E que estivesse disposto a qualquer coisa
Esse jovem saiu em busca desse amor
Como quem busca uma perola rara
Uma tulipa azul,
Algo muito difícil de se encontrar
Na sua busca ele se feriu algumas vezes
E partiu muitos corações também
Porém um dia desistiu da sua busca.
Havia percebido que era apenas uma ilusão
Da sua cabeça, um sonho ou fantasia
Já desacreditado e conformado,
Dedico-se a outras coisas,
E foi quando ele menos esperava,
Quando não pensava mais
Ele encontrou,
Na verdade ele que foi encontrado
Por alguns instantes,
ele se sentiu completamente
Realizado, totalmente completo.
Com a sua rosa
O seu amor...
E assim viveu instantes inesquecíveis,
Uns tempos
Depois aqueles instantes viraram dias
Ele que tanto queria manter aquele amor
Eternamente
Como se fosse uma Tulipa azul,
Por isso mais rara e delicada.
Começou a cometer excessos de cuidados
E nos seus excessos acabou machucando
A sua rosa, o seu grande amor.
E por mais incrível que pareça
O próprio sonhador machucou,
Feriu e quebrou o seu grande amor
Como um ramo quebrado, a rosa, se sentiu
Insegura, próxima do seu grande amor
E preferiu a distancia
O sonhador ficou sem saber
O que fazer e sem ação
Viu o seu sonho desmoronar
A dor a tristeza e todo sofrimento
Pesou sobre ele.
A rosa se recuperou, já o sonhador
Não sabia como cuida-la, ela era muito
Especial, diferente de tudo e de todos.
Às vezes o sonhador acordava de madrugada
Andava pela casa, pensando no tempo
Que tinha a Tulipa azul.
E sabendo que certas coisas nunca mudam
Nem mesmo um sonho...
Que tinha um sonho
De encontrar o seu grande amor
Aquela que por ela fizesse de tudo
E que estivesse disposto a qualquer coisa
Esse jovem saiu em busca desse amor
Como quem busca uma perola rara
Uma tulipa azul,
Algo muito difícil de se encontrar
Na sua busca ele se feriu algumas vezes
E partiu muitos corações também
Porém um dia desistiu da sua busca.
Havia percebido que era apenas uma ilusão
Da sua cabeça, um sonho ou fantasia
Já desacreditado e conformado,
Dedico-se a outras coisas,
E foi quando ele menos esperava,
Quando não pensava mais
Ele encontrou,
Na verdade ele que foi encontrado
Por alguns instantes,
ele se sentiu completamente
Realizado, totalmente completo.
Com a sua rosa
O seu amor...
E assim viveu instantes inesquecíveis,
Uns tempos
Depois aqueles instantes viraram dias
Ele que tanto queria manter aquele amor
Eternamente
Como se fosse uma Tulipa azul,
Por isso mais rara e delicada.
Começou a cometer excessos de cuidados
E nos seus excessos acabou machucando
A sua rosa, o seu grande amor.
E por mais incrível que pareça
O próprio sonhador machucou,
Feriu e quebrou o seu grande amor
Como um ramo quebrado, a rosa, se sentiu
Insegura, próxima do seu grande amor
E preferiu a distancia
O sonhador ficou sem saber
O que fazer e sem ação
Viu o seu sonho desmoronar
A dor a tristeza e todo sofrimento
Pesou sobre ele.
A rosa se recuperou, já o sonhador
Não sabia como cuida-la, ela era muito
Especial, diferente de tudo e de todos.
Às vezes o sonhador acordava de madrugada
Andava pela casa, pensando no tempo
Que tinha a Tulipa azul.
E sabendo que certas coisas nunca mudam
Nem mesmo um sonho...
Claudionor Neto
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