segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Denominacionalismo

Denominacionalismo é o ponto de vista segundo o qual alguns ou todos os grupos cristãos são,
em algum sentido, versões de uma mesma coisa, apesar de suas características distintivas.
Nem todas as denominações ensinam isto. A grande maioria dos cristãos pertence a igrejas que,
embora aceitem a validade parcial de outros grupos nesses termos,
entendem a multiplicação de vertentes como um problema que deve ser sanado.
Há também alguns grupos que são vistos como apóstatas ou heréticos por muitos outros grupos.
Contudo, se partírmos do latim, provem do verbo transitivo "denomino", que quer dizer,
designar por um nome, numa visão morfologica, a palavra é formada pela soma da preposição "de" mais substantivo neutro "nomen". A preposição "de" semanticamente tem a idéia original de um ponto de partida, uma origem, mas também tem a idéia de "distanciamento ou separação".
O substântivo "nomen" é a palavra nome, termo ou expressão, mas também o nome de família.
Numa visão mais lato, podemos dizer que uma Denominação é um grupo que possui o mesmo fundamento, visão ou base de outro grupo, porém com outro nome. Por exemplo, os grupos que se separaram da Igreja Católica Romana no período da Reforma Protestante formando novos ramos, e aqueles que também surgiram a partir desses ramos, são chamados denominações.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Imagens Biblicas

Moisés e o Mar Vermelho ( Leia Êxodo 14 )

João Calvino


A "Reforma" Protestante alcançou êxito em muitas áreas da Europa. Em sua forma luterana é predominante no norte da Alemanha e em toda a Península Escandinava. Na Escócia surgiu a Igreja Presbiteriana. As Igrejas Reformadas também frutificaram nos Países Baixos, na Suíça e no oriente daHungria. Com o desenvolvimento dos impérios europeus , principalmente o Império Britânico, nos séculos XIX e XX o protestantismo continuou a se expandir, se tornando uma fé de escala mundial. Atualmente mais de 600 milhões de pessoas professam alguma das diferentes manifestações do protestantismo no mundo.
O protestantismo assumiu três formas básicas: a luterana, a reformada (calvinista) e a anglicana. O protestantismo não possui organização centralizadora, porém suas igrejas estão organizadas em igrejas nacionais e em concílios internacionais tais como a Aliança Mundial de Igrejas Reformadas e a Federação Luterana Mundial.
O trabalho missionário do século XIX levou a coperação interdenominacional e consequentemente ao movimento ecumênico do qual surgiu o Conselho Mundial de Igrejas.
Fora desse protestantismo, que muitos estudiosos denominam "protestantismo magisterial", surgiu outro ramo que se distinguiu tanto do catolicismo como das igrejas protestantes de caráter histórico-nacional. Este ramo recebe o nome de Reforma Radical. O historiador George Williams distingue as seguintes correntes dentro desta reforma:espiritualistas, racionalistas e anabatistas. Os anabatistas rechaçaram a união da igreja e estado e repudiaram o batismo infantil, constituindo-se em igrejas independentes ou segregadas. A maior aportação à modernidade descansaria em sua persistente promoção da separação entre a igreja e o estado, a liberdade religiosa pessoal e o exercício de um governo plenamente democrático em suas congregações.



sábado, 14 de fevereiro de 2009

NOVA ESTAÇÃO

Voltou à primavera
Como a noite bela
Feita pra nós dois
Chegou a época das flores
Sorrisos e amores
Agora e depois.

Eu vou...
Perfumar, teu coração
Seu cheiro é minha canção
De amor.
Eu vou
Correr pra te encontrar
Te querer e te amar.
No amor de Deus.

Chegou uma nova estação
Melhor que primavera e verão
É a do amor
Chegou e veio pra ficar
É como um rio
Que deságua no mar.

Claudionor Neto

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A maior igreja pentecostal no mundo

É a Igreja Yoido Full Gospel na Coréia do Sul. Fundada por David Yonggi Cho em 1958, 
ela possui 780,000 membros em 2003.
A Segunda é a enorme igreja australiana, Hillsong, tem uma membresia de 19,000 
e suas canções são cantadas nas igrejas pelo mundo a fora.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Reflexões e Estudos

Gente Pequena

"O SENHOR não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração”.
(1° Samuel 16:7)


Somos pequenos. Somos crianças. O muro de uma casa parece a muralha de Jericó. Um pé de carambola pode ser alto como um castelo, como uma torre alta. Um adulto que vem pelo outro lado da rua parece o gigante Golias.

Quando alguém resolve brigar com a gente e franzir a testa, o que se pode fazer senão correr apavorado? O coração da gente então bate acelerado, como um tambor que parece que vai arrebentar. Dá vontade de crescer logo, de ser adulto antes do tempo. Assim, a gente não teria mais que sentir tanto medo, nem correr tantas vezes.

Bom, também é verdade que se um adulto nos trata com respeito, e não com desprezo, com carinho, e não com ameaças, então a gente se sente feliz e protegida. Aí tudo é diferente.
Aí dá vontade de correr, mas não de medo, dá vontade de pular bem alto, só pelo gosto de pular bem alto. Então dá vontade de ser criança pra sempre.


Somos crianças. Somos pequenos. A gente vê o mundo de um jeito diferente — de baixo pra cima, quando estamos brincando no chão, e de cima pra baixo,
quando estamos em cima de uma árvore.

Vemos o mundo de ponta-cabeça, quando damos cambalhotas no quintal, ou pelo avesso, quando brincamos diante do espelho. Um Deus que vê e acolhe meu coração pequeno é um
Deus muito grande. SENHOR, como é bom saber que tu não nos desprezas nem nos escolhes por causa do nosso tamanho ou da nossa força. Ensina-nos a ver o mundo do teu jeito, de ponta-cabeça, se for preciso. Em nome de Jesus. Amém


Fonte: Livro Cada Dia - Dons e Frutos do Espírito

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Martinho Lutero.

O protestantismo apresenta elementos em comum apesar de sua grande diversidade. A Bíblia é considerada a única fonte de autoridade doutrinal e deve ser interpretada de acordo com regras históricas e lingúisticas, observando-se seu significado dentro de um contexto histórico. A salvação é entendida como um dom gratuito (presente, graça) de Deus alcançado mediante a fé . As boas obras não salvam, sendo resultados da fé e não causa de salvação. O culto sempre é no idioma vernáculo e em sua grande maioria é simples tendo como base as Escrituras Sagradas. O protestantismo histórico, conserva as crenças cristãs ortodoxas tais como a doutrina trinitária, a cristologia clássica, o credo niceno-constantinopolitano, entre outros. Os protestantes expressam suas posições doutrinais por meio de Confissões de Fé e breves documentos apologéticos. A Confissão de Augsburgo expressa a doutrina Luterana. As confissões reformadas incluem a Confissão Escocesa (1560), a segunda Confissão Helvética (1531), a Confissão de Fé de Westminster (1647), os 39 Artigos de Religião da Igreja da Inglaterra (1562). As Declarações de Barmen contra o regime Nazista e a Breve Declaração de Fé da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidossão exemplos de declarações de fé recentes.
O ensino religioso, tem como base o estudo de catecismos. No Luteranismo fazem-se uso dos Catecismo Maior e Menor de Lutero. O catecismo de Heildelberg e o Catecismo Maior e Menor de Westminster são utilizados pelas Igrejas Reformadas. O protestantismo rejeita parte das doutrinas que caracterizam ocatolicismo; tais como: o purgatório, a supremacia papal, as orações pelos mortos, a intercessão dos santos, a assunção de Maria e suavirgindade perpétua, a veneração dos santos, a transubstanciação, o sacrifício da missa, o culto às imagens, etc.

O protestantismo, em maior parte, segue a doutrina agostiniana da eleição. Estabelece que a salvação é pela graça (favor imerecido) de Deus. Para os protestantes a autoridade da Igreja está vinculada a obediência da palavra de Deus e não à sucessão apostólica. Assim sendo, a Igreja cristã existe onde se escuta e obedece a palavra de Deus.

O protestantismo deseja regressar às doutrinas apóstolicas e à simplicidade da fé e prática da Igreja primitiva. Portanto deve-se ao protestantismo a iniciativa as primeiras práticas ecumênicas adotadas a partir da segunda metade do século XIX. Vale lembrar que até hoje a Igreja Católica não faz parte do Conselho Mundial de Igrejas, e somente abriu-se ao dialógo ecumênico em 1965, após o Concílio Vaticano II.
Os "reformadores" foram pessoas de vasta cultura teológica e humanista: Calvino estudou em Sorbonne e seu pai era bispo, Lutero foi mongee profesor universitário da Bíblia; Zuínglio era sacerdote e humanista. De acordo com o programa dos humanistas, buscaram nas fontes da antigüidade cristã as bases para uma renovação religiosa. Lendo as Sagradas Escrituras e retornando aos Pais da Igreja, descobriram uma nova visão da fé e uma doutrina bíblica cristocêntrica.

O protestantismo se disseminou principalmente nos meios urbanos e através da nobreza. A difusão das idéias protestantes foi facilitada pela invenção da imprensa, que tornou possível a divulgação e a tradução da Bíblia nas línguas vernáculas. Desde então, as doutrinas cristãs passaram a necessitar do aval bíblico.
No Concílio de Trento, os bispos católicos partidários de Roma optaram por limitar o aceso laico as escrituras, proibindo a tradução da Bíblia para o vernáculo e impondo a Vulgata em latim como a única Biblia autorizada e aumentando o índice de livros proibidos aos fiéis (Index Librorum Prohibitorum).