sábado, 4 de julho de 2009

Mensagem da Semana



A presença de Deus.


A presença de Deus...
...é majestosa...
...é indescritível e sem limites...
...é um lugar que, não importa a situação em que mundo anda, é SEMPRE lindo e revigorante...
...nela há sempre uma esperança. Mesmo que não possamos ver onde o caminho vai dar. Sabemos que, se estamos na presença de Deus, podemos trilhar com fé...
A presença de Deus é...
...repousar em “pastos verdejantes”...
...é pureza e benignidade...
...é amor verdadeiro e incondicional, não importa quem você é ou o que já fez...
...nos faz enxergar a vida com um ponto de vista diferente...
...é graça ... disponível a todos nós... 
Você acha que chegar até a presença de Deus é tão difícil quanto fazer uma difícil travessia? 
Pois está muito enganado...
... basta um coração sincero e a fé de que Ele está aí, pronto para te ouvir...
Você acha que isso é um desafio muito grande, que pode mudar o rumo da sua vida? Agora sim, acertou! É realmente um grande desafio.
Quando você experimentar a presença REAL de Deus em sua vida, nunca mais vai querer sair dela...
...teus pés serão firmados na rocha e o teu coração, no Deus que criou todas estas coisas maravilhosas e que te ama DEMAIS...
... Ele só está te esperando...
... Aí mesmo onde você está...
... sentado ao seu lado, olhando para você...
...e você? O que está esperando?
Que você possa estar na presença de Deus e desfrutar de Seu amor por você !!

MEU AMOR

Cada dia que se passa
A vida tem mais graça
Do seu lado sou tão feliz
Nas brigas ou nos planos
Cada minuto ou nos anos
Você é tudo, que sempre quis

E Sem você já não sei
Mas quem eu sou
Só sei o que você é
O meu amor
A minha linda Mulher

Hoje vejo que valeu a pena
As alegrias e os problemas
Pois nos fizeram chegar aqui
Nosso presente é o futuro
Para sempre estaremos Juntos
Você é a metade de mim.

Claudionor Neto

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Batismo no Espírito Santo

O cristão crê que o Espírito Santo é quem conduz as pessoas à fé em Jesus Cristo e é quem lhe dá a capacidade para viver uma vida cristã plena e verdadeira. Ele é descrito naBíblia como um 'Conselheiro' ou 'Ajudador' (Parakletos em Grego), guiando-os no caminho da verdade.
O termo Batismo significa mergulhar. A pessoa que recebe o Batismo no Espírito Santo é totalmente mergulhada neste mesmo Espírito. Por isso o correto é dizer Batismo no Espírito Santo e não Batismo do Espírito Santo!
Nesse contexto, o Batismo no Espírito Santo é visto como uma experiência que normalmente decorre de um momento de oração e é distribuído segundo a vontade do Espírito Santo. Os crentes pentecostais eneopentescostais, creem que o Espírito Santo é distribuído livremente a todo crente batizado nas águas que o pede a Deus; tal entendimento embasa-se em passagens bíblicas como João 7:38-39 - ""Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Ele estava se referindo ao Espírito, que mais tarde receberiam os que nele cressem.".
A Bíblia também fala que o Espírito Santo concede dons espirituais (ou seja, habilidades) ou aida carismas, tais como os dons de profecia, de curas e o de falar e/ou interpretar uma variedade de línguas, entre outros. Alguns acreditam que esses dons foram derramados apenas aos cristãos do tempo do Pentecostes, mas os proponentes do Batismo no Espírito acreditam que essas habilidades sobrenaturais são ainda hoje disponíveis, comparando o evento de Pentecostes com os atuais movimentos Pentecostais. [1] Assim, a Efusão do Espírito Santo traria uma proliferação de eventos intuitivos (idéias, fatos, nomes, condutas, pensamentos), que são tomados como revelações divinas para os cristãos de hoje.

Pentecostalismo Protestante
A crença do batismo no Espírito Santo ao Cristianismo pelos protestantes pentecostais nos Estados Unidos, e no Brasil pela denominação Assembleia de Deus, surgida a partir de missionários batistas.
Protestantes históricos renovados (por exemplo a Convenção Batista Nacional e alguns tradicionais crêem que o Batismo no Espírito Santo é manifesto por qualquer dos 9 dons do Espírito e não só por línguas.
A literatura pentecostal disponível registra a história de grandes líderes cristãos que tiveram as suas vidas marcadas em determinado momento por este "Batismo", entre eles Charles Finney, Moody, Wesley e outros.
As igrejas protestantes históricas dizem que esta experiência foi só para o tempo dos apóstolos, e que hoje Deus não age mais assim.
O Batismo no Espírito Santo é a capacitação divina para uma vida santa, é evidenciada pelo Fruto do Espírito Santo (Gal. 5).

terça-feira, 30 de junho de 2009

Igreja Adventista da Promessa

Igreja Adventista da Promessa é a denominação adventista que aceita manifestações pentecostais.
Fundada pelo pastor João Augusto da Silveira (que era da Igreja Adventista do Sétimo Dia), no dia 24 de janeiro de 1932 em Paulista (Pernambuco). Silveira manifestou o dom de línguas como acreditado pelas igrejas pentecostais.
Em linhas gerais têm discordância em relação à Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre o Dom Profético (não acreditam em Ellen White) e ao entendimento sobre o batismo do Espírito Santo.
O movimento pentecostal no Brasil A primeira igreja evangélica pentecostal genuinamente brasileira
Fazendo alusão à chegada em nosso país, desses missionários batistas pentecostais, Duncan A.Reilyl junta a seguinte observação: "...Luigi Francescon narra como este fundou a Congregação Cristã no Brasil (1910), enquanto escritos de Daniel Berg e Gunnar Vingren relatam a implantação da Assembléia de Deus em 1911 (documento 3.6.3.). Entretanto, ao lado do pentecostalismo clássico, oriundo dos Estados Unidos, surgiu em 1932 da Igreja Adventista do Sétimo Dia, no Recife, a Igreja Adventista da Promessa (1932)” (História Documental do Protestantismo no Brasil, ASTE, 1984, p. 379). Sim, a Igreja Adventista da Promessa figura no cenário evangélico nacional como a primeira igreja pentecostal genuinamente brasileira, uma vez que as duas outras mais antigas a que já fizemos menção, chegaram aqui provenientes de outro país.

A Igreja Adventista da Promessa, cuja história é descrita nas páginas que seguem, é produto de uma oração feita com fé. E por ser a primeira igreja evangélica pentecostal e sabatista no Brasil, tem uma importante missão a cumprir: cultivar e expor todos os ensinamentos bíblicos relativos ao batismo com o Espírito Santoe os dons espirituais, assim como ao que concerne à vigência da lei de Deus. Estas duas vertentes da doutrina cristã configuram as condições necessárias às boas relações entre o crente e Deus, pois enquanto o batismo com o Espírito Santo e os dons espirituais revelam a bondade do Senhor para com o crente, a obediência e sumissão à lei de Deus revelam o sentimento de reconhecimento e gratidão desse mesmo crente para com o Senhor; é a sua resposta às demonstrações de amor, bondade e misericórdia do Senhor. E isto inclui, necessariamente, o dever de testemunhar. Foi com essa missão que surgiu a Igreja Adventista da Promessa.

Os pontos de fé da Igreja Adventista da Promessa são:
1) A BÍBLIA SAGRADA – A PALAVRA DE DEUS Conforme Isaías 34.16, cremos que a Bíblia Sagrada é o livro do Senhor. Inspirada, Revelada e Iluminada pelo Espírito Santo, foi produzida por homens santos, II Tm. 3.15-17, II Pd. 1.20-21, Rm. 15.4.
a. É verbal: Provenientes de Deus: O Testemunho de Jesus: Mt 5.17-18; Jo 10.34-35; Mt 22.43-45. Os textos são inspirados: 2 Tm 3.16, Ex 24.4, Is 30.8, 2; Sm 23.2, Mt 4.4,7; Lc 24.27,44; I Co 2.13; Ap 22.19. A Bíblia diz que suas palavras vieram da parte de Deus.
b. É plena: Todas suas partes são inspiradas. 2 Tm. 3.16; Rm. 15.4.
c. É autoritativa: Sua inspiração lhe concede autoridade. Jo. 10.35; Mt. 4,7,10-15, 22.29; Lc. 16.17. Sua autoridade é divina.
d. É inerrante: Não contém erros. Hb. 6.18; Jo. 17.17.
2. A Criação e a Triunidade Divina Cremos que a criação de todas as coisas inclusive do homem como ser humano, foi obra das mãos de Deus, Gn 1.1, 26, revelado, nessa ação, pela Divindade Jo. 1.3; Hb 1.2; Jó 33.4; Sl 104.30. Cremos na Triunidade Divina: Pai, Filho e Espírito Santo. O Deus único, revelado nas três pessoas da Santíssima Trintade, Jo 1.18; 15.26; Mt 28.19; 2 Co. 13.13.
3. Criação, Queda e Restauração do Homem O homem saiu perfeito das mãos de Deus, mas, pelo livre arbítrio, pecou pela transgressão da ordem divina, no Éden, Gn 1.26-27; 2.16-17; 3.1-6, 17-19. Ali mesmo, Deus deu ao homem a promessa da redenção, Gn 3:15. Essa Promessa divina cumpriu-se em Jesus, o Redentor prometido e enviado ao mundo, para remissão do pecador, Lc 19.10; At 5.30-31.
4. Jesus: "Mediador e Salvador" Cremos que Jesus, o Filho de Deus, foi enviado ao mundo para cumprir a divina promessa da redenção. Morrendo na cruz pelos nossos pecados, como Cordeiro de Deus, Jo 1.29, tornou-se nosso único Mediador e salvador, Jo 14.6; 1Tm 2.5; Lc 2.11; Jo 4.44.
5. Arrependimento e Conversão São os dois passos decisivos para o Pecador que aceita Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.
Em virtude de a pregação de Jesus ser um chamado ao arrependimento, Mc 1.15, Pedro no Pentecostes, começou o seu diálogo com a multidão falando da necessidade desse arrependimento, At 2.38, cujo resultado é a conversão que é fruto do Espírito Santo, capaz de levar o arrependido a mudar a direção de sua vida, do caminho da morte para o caminho da vida eterna, At 3.19; 26.18-20; 1Ts 1.9.
6. O Batismo do Arrependimento Cremos que o batismo é a porta de entrada à comunhão da igreja. Deve ser realizado na forma de imersão, para cumprir o seu simbolismo, Mt 3.6, 16; Rm 6.3; Cl 2. 12, e em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Mt 28:19.
7. Batismo no Espírito Santo Cremos no batismo no Espírito Santo, como promessa anunciada, Is 44.3; JI 2.28-30, como promessa confirmada, Mt 3.11; Lc 24.49; At 1.5, como promessa cumprida, At 2.1, 33. Essa bênção divina não se limitou ao Cenáculo, mas acompanhou a Igreja de Deus e chegou até nós, At 2.39, 10.44-46, 19. 1-6. Cremos, também, que as línguas estranhas são o sinal do batismo no Espírito Santo, como referidas nos testos acima, 1Co 14.2.
8. Dons Espirituais Cremos nos dons espirituais como dádiva divina á igreja de Deus. Cremos que eles operam para aquilo que for útil quando o Espírito Santo quer, I Co 12.7, 11. Conforme a relação de 1 Coríntios 12. 8-10, são 9 os dons espirituais: 1) Palavra da sabedoria, 2) Palavra do Conhecimento, 3) A Fé, 4) Dons de Curar, 5) Milagres, 6)Profecia, 7 ) Discernimento de Espíritos, 8) Variedades de Línguas e 9)Interpretação de Línguas. Esses dons são, portanto, obra exclusiva do Espírito Santo, 1 Co 12.11, e se manifestam para a edificação da igreja, 1ICo14.12.
9. Ordenanças Instituídas por Cristo Cremos nas ordenanças como cerimônias religioas-espirituais, dados por Cristo à sua igreja. São elas: O Batismo por imersão, Mt 3.1, 6; Jo 3.23, e a ceia do Senhor, Lc 22:19-20; 1Co 11.23-25; 10.16. Deve fazer parte da cerimônia da ceia, o Lava-Pés, como instituído por Jesus, Jo 13:4-17.
10. Reverência ás Coisas Santas A reverência é uma atitude de profundo respeito do ser humano às coisas santas. O crente deve reverenciar: a Deus, Ec 5.1; 1Tm 3.15. Tudo deve ser feito em respeito à palavra de Deus, Lv 27. 28-32.
11. A Sã Doutrina Denomina-se sã doutrina o conjunto de doutrinas bíblicas. Há muitos ensinos religiosos que configuram heresias e doutrinas estranhas; por isso, a sã doutrina deve ser a prova da verdade. Com base nisso, o próprio Jesus citou doutrinas de homens, Mc 7.7, e o autor da carta aos hebreus lembra que há doutrinas estranhas, Hb 13.9. Nesse sentido a sã doutrina existe para colocar a verdade eterna na sua real posição, Tt 1.9; 1 Tm 1.10.
12. Santificação no Porte e na Conduta Cristã Cremos que o crente em Jesus torna-se "nova criatura”. A partir daí, sua maneira de viver, referente ao porte cristão e à conduta do caráter, deve refletir Cristo na vida da pessoa. As formas velhas do procedimento mundano não se coadunam mais com a mente renovada pelo santo evangelho. Em todas as circunstâncias da vida, o crente deve ser luz para não produzir escândalos, Fp 2.15; 1Co 10.321; 1Pe 3.2-4.
13. Abstinência e Temperança Cremos na lei que regula o direito aos alimentos permitidos e declarados limpos, especialmente no que se refere às carnes, conforme o capitulo 11 de Levíticos. As referências às coisas imundas passam por toda a Bíblia, para orientar os fiéis na obediência à palavra soberana de Deus. Jó 14.4; Is 65.4; 66.17; 2 Co 6.17 e Ap 18.2.
14. A Oração e sua Eficácia Cremos que a oração é o meio de o crente falar com Deus. É na oração que ele agradece, louva e suplica ao senhor, que lhe responde, o que é maravilhoso e benéfico ao crente que ora com fé naquele que tudo pode, Sl 69.13; Is 59.7; 1Rs 18.36-38. Embora a oração possa acontecer em várias circunstâncias e em momentos diferentes, Is 38. 2-5; Jn 2. 1, adotamos, para os trabalhos regulares e oficiais, a oração de joelhos, como forma de adoração e reverência, e em conjunto, Fp 2.10; Rm 14.11; At 20.35-36; At 1.14; 12.5.
15. Cura Divina Cremos que Jesus pode curar as enfermidades, pois é promessa de sua palavra, Mc 16.18; At 4.30; Tg 5.16. A cura divina pode ser alcançada pela imposição das mãos, Mc 16.18, pela oração confiante, Tg 5.16, e pela unção com óleo, Tg 5.14, ministrada pelo pastor ou pelo presbítero. Há casos em que se manifesta os dons de curar 1Co 12:9.
16. Os Dez Mandamentos Cremos que a lei moral, contida nos dez mandamentos, deve ser observada pelo crente em Cristo Jesus, Ec 12.13; Rm 2.13. Cremos que a Lei é eterna e não findou na cruz do Calvário, Mt 5.17; Sl 7-8. Ao contrário do que muitos ensinam, a morte de Jesus na cruz não anula a obediência aos seus ensinamentos. Dessa forma, a guarda aos dez mandamentos é a prova de que amamos a Deus, Jo 14.21; 15.10; 1Jo 2.4; 3.24.
17. Sábado, dia de Repouso Cremos que o sábado é o dia de repouso cristão, que foi abençoado e santificado por Deus, na criação, Gn 2.2. Na entrega da lei, no monte Sinai, o sétimo dia, denominado sábado, aparece como o dia abençoado e separado para o repouso do povo de Deus, Ex 20:8-11. A semana permanece, portanto, como formada na criação, composta por sete dias; logo, o sétimo continua sendo o dia de repouso. Em toda a Bíblia, não há nenhuma menção de mudança do dia de sábado para outro qualquer. Jesus confirmou a bênção da criação, dizendo: O Sábado foi feito por causa do homem, Mc 2.27, o que equivale a dizer: enquanto o homem existir sobre a face da terra , o sábado lhe será o dia de repouso.
18. Distinção das leis Moral e Cerimonial Cremos que há distinção entre a lei moral e a lei cerimonial. A lei moral é composta por dez mandamentos, Dt 4.13, e foi escrita pelo próprio Deus, em duas tábuas de pedra, Ex 31.18. É chamada de lei perfeita, Sl 19.7, lei da liberdade, Tg 2.12, lei de Deus, Rm 7:22 e 25, a verdade, Sl 119.142; não é sombra, porque é chamada lâmpada e luz, Pv 6:23; foi guardada dentro da arca, que por sua vez, estava no lugar santíssimo do Tabernáculo, Ex 25.10-22; Lv 16.2. A lei cerimonial contem todas as instruções referentes ao trabalho do santuário, e, por ordem de Deus, foi escrita por Moisés em um livro, Dt 31.24, guardada fora da arca, ao seu lado, 25-26.Todos os regulamentos religiosos e festivos de Israel estavam nessa lei, que, por isso, é chamada lei de ordenanças, Ef 2.15; Cl 2.14-16. Era considerada sombra das coisas futuras, Cl 2.17; Hb 10.1; portanto, não se confunde com a lei moral. As duas aparecem nitidamente separadas, em I Co 7.19.
19. Manutenção da Obra: "Dízimos e Ofertas" Cremos que o dízimo é uma determinação legal a todos filhos de Deus. Foi instituído para a manutenção do ministério eclesiástico, Num 18.21, como ordena a Bíblia: Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, Ml 3.10. O dízimo representa a décima parte dos proventos da pessoa. Dessa forma, o crente que é fiel entrega o dízimo em obediência à Palavra e numa forma de louvor e agradecimento a Deus. Já as ofertas são voluntárias, uma vez que o crente contribui segundo suas condições e o seu coração, 2 Co 9:7.
20. Submissão às Autoridades e Liberdade de Consciência A Bíblia determina que haja submissão, por parte dos crentes, às autoridades seculares, Rm 13. 1-7, e às autoridades religiosas, Hb 13.7 e 17. A liberdade de consciência é um direito garantido a todo cidadão, pela Constituição Nacional. Isso garante ao Crente exercer a sua fé, sem constrangimentos ou censuras. A consciência cristã deve ser, também, praticada e respeitada, Dn 3.12-18; At 21.37-40; 22.25-29.
21. O Casamento, o Lar e a Família Cremos que o casamento entre um homem e uma mulher é a base e a segurança da família, pois um lar não é feito de pedras frias da casa (o edifício), mas , essencialmente, de amor, compreensão, respeito, comunhão e submissão, o que só se pode conseguir numa família legitimamente constituída sob as bases legais e sobre a benção do Deus eterno. Por isso Paulo aconselha que todo casamento seja realizado no Senhor, isto é, conforme a vontade de Deus, 1 Co 7.39.
22. O Ministério Eclesiástico Cremos que o ministério eclesiástico começou em Cristo, na escolha dos doze discípulos e, depois, dos setenta, Mt 10.1-6; Lc 10. 1-2. A escolha e a ordenação passou pelo ministério apostólico, seguindo, através da historia da igreja, até nossos dias, At 13.1-3; 1Tm 4.14; Tt 1.5.Cremos que há na Bíblia, dois graus de consagração: diaconato e presbítero, At 6.1-6; 1Tm 3.1,2 e 8-11; 1 Pd 5.1). Os títulos-pastor, missionário, evangelista e obreiro - dizem respeito à função e não ao oficio.
23. Imortalidade condicional Cremos que o homem é mortal por natureza. Na morte, ele permanece em estado de inconsciência, Ec 9.5, 10; IS 38.18-19; Sl 146.3 e 4, e só voltará à vida pela ressurreição, Jo 5.28-29; 1Co 15.51-54; 1Ts 4.15-16, quando, então, os justos herdarão a recompensa e receberão a coroa da vida, Lc 14:14; 2 Tm 4.6-8. Só quem possui a imortalidade inerente é Deus, 1Tm 1.17; 6.15-16.
24. O Axioma da ressurreição Cremos que Jesus morreu em uma quarta-feira e ressuscitou três dias e três noites depois, período que terminou no sábado, ao pôr-do-sol, exatamente 72 horas depois que fora deposto na sepultura, Mt 12.40; 28.1-6. Esse assunto é bastante extenso; por isso damos aqui apenas o resumo do que ele encerra.
25. A Segunda Vinda de Cristo Cremos no advento de Cristo; por isso, somos adventistas. Jesus cumpriu seu ministério terreno, Jo 17.4, morreu e ressuscitou, subindo ao céu, de onde viera, At 2.23-24; Mc 16.9 At 1.9. Voltará, em sua segunda vinda, para buscar os redimidos, salvos por ele, Jo 14.3; Fp 3.20; Hb 9.28, e essa vinda será visível e pessoal, At 1.10-11.
26. A Ressurreição dos Mortos Cremos na ressurreição dos mortos, como declara Paulo, em Atos 24.14: “Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos”. A ressurreição dos justos dar-se-á por ocasião da volta de Jesus, Lc 14.14; a dos ímpios, após o milênio, Ap 20.5. A morte, para o justo, é chamada de sono, pois ele acordará ao som da última trombeta, 1ITs 4.14-16.
27. O Milênio Cremos que haverá um período de mil anos, chamado milênio, que acontecerá exatamente entre as duas ressurreições: começará com a ressurreição dos justos e terminará com a dos injustos, Ap 20.4-6. Durante esse período, a terra estará vazia e assolada, como o abismo, Jr 4.23-26; Ap 20.1-3. Os justos salvos estarão nos céus, Jo 14.1-3; Fp 3.20, ali realizarão o juízo dos ímpios e dos anjos maus, Sl 149.7-9; 1Co 6.2-3; Ap 20.4. Findo o Milênio, os ímpios ressuscitarão, Ap 20.7, e logo, empreenderão, sob o comando se satanás, a última batalha deles contra o povo de Deus; mas serão destruídos pelo fogo eterno e se tornarão cinza sobre a terra, Ml 4.3; Ap 20.9-10. Jerusalém, a cidade eterna, será colocada na terra renovada, para todo o sempre, Ap 21.1-7.
28. O Juízo Final Cremos que todo ser humano passará pelo juízo divino, Sl 9.8; Ec 12.14, que será feito com base na santa e imutável lei de Deus, Ec 12.13; Tg 2.8-12. e esse processo determinará qual seja a recompensa de cada um, Rm 2.5-8; 2 Co 5.10.
29. A Extinção do Mal Cremos que o mal entrou no mundo através da transgressão de nossos pais, Gn 3.17-18, e que o pecado e a morte passaram para toda a humanidade, Rm 5.12. Com a Volta de Jesus, tudo se acabará neste mundo. Assim, a causa do mal será eliminada e os seus efeitos serão cessados, Ap 21.4; 20.1-15
30. A Nossa Terra: ‘‘Lar dos Remidos”Cremos que a nova terra será o lar eterno dos remidos do Senhor: promessa há, através da Bíblia, garantindo aos salvos esse lar de paz e vida eterna, Is 65.17-19; Is 35.1-10; 2 Pd 3.13; Ap 21.1; 22.1-5.


segunda-feira, 29 de junho de 2009

Versículo do Dia

"Preparem os campos para a lavoura, 
semeiem a justiça e colham as bênçãos 
que o amor produzirá. 
Pois já é tempo de vocês se voltarem para mim, 
o SENHOR, e eu farei chover sobre vocês a chuva da salvação”.


Oséias 10:12

domingo, 28 de junho de 2009

Imagens Biblicas

Ester ( Ester 1 )

sábado, 27 de junho de 2009

Mensagem da Semana



Julgamento

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele tinha um lindo cavalo branco... 

Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia: "Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender uma pessoa, um amigo?"

O homem era muito pobre, mas jamais vendeu o cavalo.

Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira. A aldeia inteira se reuniu, e disse: "Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça!"

O velho disse: "Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir?"

As pessoas riram do velho. Elas sempre souberam que ele era um pouco louco.

Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou. Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.

Novamente, as pessoas se reuniram e disseram: "Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou ser uma benção."

O velho disse: "Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de volta... quem sabe se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Você lê uma única palavra de uma sentença, como pode julgar todo o livro?"

Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que ele estava errado. Doze lindos cavalos tinham vindo...

O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens.

Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram. Elas disseram: "Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você está mais pobre do que nunca."

O velho disse: "Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado."

Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra, e todos os jovens da aldeia foram forçados a se alistar. Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas. A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta perdida sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria.

Elas vieram até o velho e disseram: "Você tinha razão, velho, aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda esta com você. Nossos filhos foram-se para sempre."

O velho disse: "Vocês continuam julgando. Ninguém sabe! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade. Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas. Quando você julga você deixa de crescer. Julgamento significa um estado mental estagnado. E a mente deseja julgar, porque estar em um processo é sempre arriscado e desconfortável."

Na verdade, a jornada nunca chega ao fim. Um caminho termina e outro começa: uma portas e fecha, outra se abre. Você atinge um pico, sempre existirá um pico mais alto. Aqueles que não julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e nele crescer... somente eles são capazes de caminhar com Deus.