terça-feira, 21 de julho de 2009

Curiosidades Bíblicas


Que tipo de criminoso era Barrabás?


Salteador
(João 18:40)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Igreja Evangélica Brasileira

A Igreja Evangélica Brasileira foi fundada em 11 de setembro de 1879,
pelo brasileiro doutor Miguel Vieira Ferreira, um matemático eengenheiro,
que conhecera o evangelho na Igreja Presbiteriana em 1874. Com 11 membros,
a igreja foi reconhecida pelo Governo Imperial.
Na época atraiu membros da classe média e alta do Rio de Janeiro.
Crêem em revelações diretas de Deus e na iluminação do Espírito Santo.
Possui 27 Congregações, concentradas na costa leste brasileira,
e em varios outros Estados do Brasil, e também fora dele como na Bolívia e no Uruguai.
A Igreja Evangélica Brasileira foi chamada à existência para pregar aos homens a Verdade,
mostrando-lhes o caminho, que, seguido, os conduzirá à vida.
Procura induzí-los a trilhar a senda que os levará aos pés do seu divino Mestre e Senhor.
Concita-os, assim, a procurar no próprio Deus, fonte perene do bem,
aquilo que os tornará eternamente felizes : a graça divina que, por jamais ter fim,
sobrepuja a todas as coisas que, sendo terrenas, são para eles coisas efêmeras e passageiras.

Versículo do Dia

"Esperei com paciência no SENHOR, 
e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor."


Salmos 40:1

domingo, 19 de julho de 2009

PÃO com LEITE

Certo dia, num lar de recuperação, para idosos
Esse lar é tipo um hospital,
Aonde cuida de pessoas
Idosas, que não tem mais parentes,
Ou idosos doentes, um grupo de jovens,
 Foi visitar os idosos,
Lá havia a mais bela historia de amor
Que eu já tenha visto...
Da qual eu conto, agora para todos...
Havia uma senhora de uns 86 anos, que era muito divertida,
e também muito saudável, seu único problema, era um ameniza,
que ela tinha, havia se esquecido de tudo e de todos.
Mais a dona Lalá, ria pra tudo e pra todos,
Os médicos, e voluntários,
Adoravam dona Lalá... E o seu Nono,
Que era o amor dela.
Então eu quis conhece-lo,
Todas as manhas ele, vinha visita-la.e lhe preparava, pão com leite moça,
 Que era uma das comidas
Que ela mais gostava...
Só que percebi, que naquela manha,
Dona Lalá, não se lembrou, do seu Nono, procurei, ele e perguntei,
Se ele não tinha ficado triste,
Por ela não lembrar dele.
Ele me disse meu filho a anos,
Venho vê-la, e a muitos que ela
Não lembra de mim.
Fiquei impressionado, e perguntei:
Então o que faz o senhor voltar
Todos os dias... Ele me deu um sorriso ,
 E disse, um dia você vai
Entender meu filho...
Ela pode não lembrar de mim, mais eu me lembro muito bem,
de tudo que vivemos, dos mais de 50 anos de pão e leite,
Que ela fazia pra mim,
De tudo que significamos um pro outro...
Pra mim isso basta.
Naquele momento na suportei,
 Uma lagrima rolou por meus olhos...
 E pensei é um amor assim
Que quero pra mim.
Depois de alguns anos voltei,
Naquele asilo-hospital, pra minha tristeza,
 Ou alegria, fiquei sabendo que dona lalá,
 Havia tido alta, que voltará pra casa...
Perguntei para um medico daquela época,
 Se ela estava melhor, ele acenou
Com a cabeça, negativamente, então disse,
 E o seu nono...o medico riu...
E disse continua fazendo
O pão com leite de amor...

Claudionor Neto

Imagens Biblicas

Isaias 6.8-9

sábado, 18 de julho de 2009

Mensagem da Semana


A Perfeição de Deus

Chush é uma escola no Blooklyn, Nova Iorque que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem durante toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas a escolas comuns.

Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele:

"Onde está a perfeição em meu filho Shaya, se tudo o que DEUS faz, é feito com perfeição?" Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então onde está a perfeição de Deus?"

Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai.

Mas ele continuou: "Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Shaya:

"Uma tarde, Shaya e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que Shaya conhecia, estavam jogando beisebol. Shaya perguntou-me, você acha que eles me deixariam jogar? "

Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queriam no time. Mas entendi que se Shaya pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma prazerosa sensação de participação.

Aproximei-me de um dos garotos no campo e perguntei se Shaya poderia jogar.

O menino deu uma olhada ao redor buscando a aprovação de seus companheiros de time. Mas, mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:

"Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada."

Fiquei admirado quando Shaya abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, o time de Shaya marcou alguns pontos, mas ainda perdia por três.

No final da nona rodada, o time de Shaya marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Shaya foi escalado para continuar.

O time deixaria Shaya de fato rebater nessa circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo?

Surpreendentemente, foi dado o bastão a Shaya. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, pois ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Shaya tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Shaya pudesse ao menos rebatê-la.

Foi feito o primeiro arremesso e Shaya balançou desajeitadamente o bastão e perdeu o lance. Um dos companheiros do time de Shaya foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Shaya. Quando veio o lance, Shaya e o seu companheiro de time balançaram o bastão e, juntos, rebateram a lenta bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Shaya estaria fora e isso teria terminado o jogo.

Em vez disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então todo o mundo começou a gritar:

"- Shaya, corra para a primeira base. Corra para a primeira."

Nunca em sua vida ele tinha corrido... Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e bastante assustado.

Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola.

Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Shaya para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador e, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.

Todo mundo gritou: 

"Corra para a segunda, Shaya, corra para a segunda base".

Shaya correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Shaya alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção da terceira base e todos gritaram: 

"Corra para a terceira".

Quando Shaya contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando: 

"Shaya, corra para a base principal".

Shaya correu para a base principal, pôs os pés nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para o time deles.

"Naquele dia", disse o pai com lágrimas escorrendo pela face, "aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"

O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo nos causa tanta estranheza. Mas, tenhamos a certeza de que, se quisermos, poderemos transformar nossas vidas e fazer deste mundo um lugar bem melhor para todas as pessoas.

Não se preocupe em entender a vida. Viver ultrapassa todo o nosso entendimento.

NOSSAS MADRUGADAS

A luz está apagada
Faz frio é madrugada
E eu ainda não dormi
O filme já acabou
O silêncio Chegou
Mais ainda consigo ouvir
A sua voz me chamado pra deitar
E eu prometendo não mais brigar

Em nossas madrugadas
Que ficávamos conversando
Nossas almas abraçadas
E o amor só aumentando
Nas nossas madrugadas
Eu sonhava acordado
Horas tão sagradas
Com você do meu lado

Nessa madrugada você esta dormindo
Estou olhando pra você e ouvindo
A sua respiração
Cada dia do seu lado é uma história
Que eu guardo na memória
Do meu coração
Nem fecho os olhos pra sonhar
Você está aqui, pra realizar.

Claudionor Neto