sábado, 25 de julho de 2009

PURO ATRASO

Não nascemos no mesmo dia
Nem moramos no mesmo lugar
Nossas historias são tão distintas
Diferentes como a lua e o mar
Nem queria vim pra esse jogo
Ou alguém aqui procurar
Nunca imaginei que entre tanto povo
O meu amor, eu ia encontrar

Não foi por acaso que te conheci
Foi mesmo puro atraso
Já que pra você eu nasci
Não foi por acaso
Que a gente se encontrou
Mas um pequeno atraso
Já que você nasceu pra ser
O meu amor...

Nossos gostos não são iguais
Eu sou Vasco, você flamengo
Somos diferentes mais normais
Você é branca e eu sou nego
Mas sei que nada pode impedir
Ou mesmo atrapalhar
Nunca pensei que ia conseguir
Perder um jogo e ainda ganhar

Claudionor Neto

Mensagem da Semana



Perdão e Liberdade

Ela ainda era uma adolescente quando policiais nazistas invadiram o escritório de seu pai e o levaram embora. Ela nunca mais o viu.

Logo depois do início da segunda guerra mundial ela e toda sua família, inclusive os avós, foram presos e depositados no campo de concentração, em Maidanek. Era uma das mais tristes usinas da morte de Hitler.

Certo dia, ela e os familiares foram colocados numa fila, obrigados a se despirem e entrar numa grande câmara. Golda conhecia aquela fila. Era para onde seus amigos e conhecidos tinham ido, e de onde nunca mais voltaram.Por isso mesmo ela e os demais gritaram, choraram, rezaram. Mas não havia nenhuma esperança.

Golda foi a última a ser empurrada para dentro da câmara,antes dos guardas fecharem a porta e liberar o gás mortal. 

Contudo, por alguma intervenção divina qualquer, a porta não se fechava com ela lá dentro. Por isso, os guardas a puxaram para fora e a jogaram ao ar livre. 

Como o seu nome constava na lista dos mortos, ela nunca mais foi chamada. Para todos os efeitos, estava morta. 

Então, toda a sua energia se voltou para um único objetivo: sobreviver. Ela desejava continuar viva. Quando tudo acabasse, contaria para o mundo o que aqueles homens que mais pareciam animais tinham feito aos seus semelhantes.

Conseguiu sobreviver ao inverno polonês e imaginava que se Deus a tinha poupado, era para contar às gerações futuras o que tinha presenciado. 

O ódio a alimentava, quando a comida faltava. Quando se sentia desfalecer de cansaço e de fome, fechava os olhos, lembrava dos gritos das suas companheirassendo usadas como cobaias pelos médicos do campo ou sendo violentadas pelos guardas.

Imaginava o campo de concentração sendo libertado e dizia para si mesma: "O mundo inteiro saberá desses horrores. Eu me encarregarei de contar."

Quando os aliados chegaram, Golda ficou paralisada de raiva e amargura. Ao ver os portões sendo derrubados e todos os prisioneiros, incluindo ela mesma, serem libertados, um raciocínio novo dela tomou conta: era inconcebível passar o resto de sua preciosa vida destilando ódio. Se usasse a sua vida, que foi poupada, para plantar as sementes do ódio, ela não seria diferente de Hitler e todos aqueles homens cruéis. Seria apenas mais uma vítima, espalhando ódio.

A única maneira de encontrar a paz era perdoar. Por isso, tomou uma decisão: dedicaria a sua vida a mudar outras vidas. Se ela pudesse mudar a vida de uma pessoa transformando seu ódio e seu desejo de vingança em amor e comiseração, teria merecido sobreviver.

E assim fez. Foi servir como voluntária na reconstrução da Polônia e a sua semeadura foi a do perdão e do amor.

Perdoemos sempre, esquecendo todo o mal a fim de recordar o nosso dever de fazer todo o bem possível. Perdoemos a agressão de qualquer natureza, não conservando forma alguma de ressentimento contra quem se faz instrumento do mal. Perdoemos a impiedade, reconhecendo que o seu portador é alguém a caminho da loucura. Perdoemos, enfim, porque o nosso compromisso é com o amor. Conforme fez Jesus, amemos, perdoando sempre a tudo e a todos sem desfalecimento.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Assembleia de Deus

A Assembléia de Deus é uma denominação evangélica, sendo a maior do Brasil
no ramo pentecostal e uma das maiores no mundo

História
Assembleia de Deus de Janduís (Rio Grande do Norte), uma das mais antigas do estado
A Assembleia de Deus chegou ao Brasil por intermédio dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram em Belém, capital do Estado do Pará, em 19 de novembro de 1910, vindos dos Estados Unidos. A princípio, frequentaram a Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam nos Estados Unidos. Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia — o falar em línguas espirituais (estranhas) — como a evidência inicial da manifestação para os adeptos do movimento. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de oração nos Estados Unidos (e também de forma isolada em outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de seus principais discípulos, um pastor leigo negro, chamado William Joseph Seymour, na rua Azusa, Los Angeles, em 1906.
A nova doutrina trouxe muita divergência. Enquanto um grupo aderiu, outro rejeitou. Assim, em duas assembleias distintas, conforme relatam as atas das sessões, os adeptos do pentecostalismo foram desligados e, em 18 de junho de 1911, juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de Missão de Fé Apostólica, que já era empregado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com William Joseph Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque. Mais tarde, em 18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se Assembleia de Deus, em virtude da fundação das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, em 1914, em Hot Springs, Arkansas, mas, outra vez, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.
A Assembleia de Deus no Brasil expandiu-se pelo estado do Pará, alcançaram o Amazonas, propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. Chegaram ao Sudeste pelos idos de 1922, através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, em 1924, para a então capital da República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de Paulo Leivas Macalão, filho de um general, através de um folheto evangelístico. Foi ele o precursor do assim conhecido Ministério de Madureira, como veremos adiante.
A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de Natal, a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administradas exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.Vale lembrar da ajuda,metodista aos nossos irmãos suecos.

Organização denominacional
As Assembleias de Deus brasileiras estão organizadas em forma de árvore, onde cada Ministério é constituído pela igreja-sede com suas respectivas filiadas, congregações e pontos de pregação (subcongregações). O sistema de administração é um misto entre o sistema episcopal e o sistema congregacional, onde os assuntos são previamente tratados pelo ministério, com forte influência da liderança pastoral, e depois são levados às assembleias para serem referendados apenas. Os pastores das Assembleias de Deus podem estar ligados ou não às convenções estaduais, e estas se vinculam a uma convenção de âmbito nacional. Particularmente na América do Sul, hoje existe muitas Assembleias de Deus autônomas e independentes.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Curiosidades Bíblicas


Que tipo de criminoso era Barrabás?


Salteador
(João 18:40)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Igreja Evangélica Brasileira

A Igreja Evangélica Brasileira foi fundada em 11 de setembro de 1879,
pelo brasileiro doutor Miguel Vieira Ferreira, um matemático eengenheiro,
que conhecera o evangelho na Igreja Presbiteriana em 1874. Com 11 membros,
a igreja foi reconhecida pelo Governo Imperial.
Na época atraiu membros da classe média e alta do Rio de Janeiro.
Crêem em revelações diretas de Deus e na iluminação do Espírito Santo.
Possui 27 Congregações, concentradas na costa leste brasileira,
e em varios outros Estados do Brasil, e também fora dele como na Bolívia e no Uruguai.
A Igreja Evangélica Brasileira foi chamada à existência para pregar aos homens a Verdade,
mostrando-lhes o caminho, que, seguido, os conduzirá à vida.
Procura induzí-los a trilhar a senda que os levará aos pés do seu divino Mestre e Senhor.
Concita-os, assim, a procurar no próprio Deus, fonte perene do bem,
aquilo que os tornará eternamente felizes : a graça divina que, por jamais ter fim,
sobrepuja a todas as coisas que, sendo terrenas, são para eles coisas efêmeras e passageiras.

Versículo do Dia

"Esperei com paciência no SENHOR, 
e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor."


Salmos 40:1

domingo, 19 de julho de 2009

PÃO com LEITE

Certo dia, num lar de recuperação, para idosos
Esse lar é tipo um hospital,
Aonde cuida de pessoas
Idosas, que não tem mais parentes,
Ou idosos doentes, um grupo de jovens,
 Foi visitar os idosos,
Lá havia a mais bela historia de amor
Que eu já tenha visto...
Da qual eu conto, agora para todos...
Havia uma senhora de uns 86 anos, que era muito divertida,
e também muito saudável, seu único problema, era um ameniza,
que ela tinha, havia se esquecido de tudo e de todos.
Mais a dona Lalá, ria pra tudo e pra todos,
Os médicos, e voluntários,
Adoravam dona Lalá... E o seu Nono,
Que era o amor dela.
Então eu quis conhece-lo,
Todas as manhas ele, vinha visita-la.e lhe preparava, pão com leite moça,
 Que era uma das comidas
Que ela mais gostava...
Só que percebi, que naquela manha,
Dona Lalá, não se lembrou, do seu Nono, procurei, ele e perguntei,
Se ele não tinha ficado triste,
Por ela não lembrar dele.
Ele me disse meu filho a anos,
Venho vê-la, e a muitos que ela
Não lembra de mim.
Fiquei impressionado, e perguntei:
Então o que faz o senhor voltar
Todos os dias... Ele me deu um sorriso ,
 E disse, um dia você vai
Entender meu filho...
Ela pode não lembrar de mim, mais eu me lembro muito bem,
de tudo que vivemos, dos mais de 50 anos de pão e leite,
Que ela fazia pra mim,
De tudo que significamos um pro outro...
Pra mim isso basta.
Naquele momento na suportei,
 Uma lagrima rolou por meus olhos...
 E pensei é um amor assim
Que quero pra mim.
Depois de alguns anos voltei,
Naquele asilo-hospital, pra minha tristeza,
 Ou alegria, fiquei sabendo que dona lalá,
 Havia tido alta, que voltará pra casa...
Perguntei para um medico daquela época,
 Se ela estava melhor, ele acenou
Com a cabeça, negativamente, então disse,
 E o seu nono...o medico riu...
E disse continua fazendo
O pão com leite de amor...

Claudionor Neto