segunda-feira, 27 de julho de 2009

Versículo do Dia

"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; 
eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância."


João 10:10

domingo, 26 de julho de 2009

SANTA CEIA

Deus...
Quero tanto cear
Na tua presença estar
Mas não tenho condições
Pai sei que errei
Mas quero me consertar
Não quero mais errar
Deixa da santa ceia
Eu participar.

Não quero mais errar
Os pecados que pratiquei
Não quero voltar a praticar.
Como o pão, que é teu corpo
Me de forças e o renovo.
Como o cálice, do teu sangue
Me purifique d’novo
Me santifique d’novo.
Me dê o teu perdão e a salvação.

Deus, indigno não quero ser
Nunca mais
Maldição não quero ficar.
Por isso me dê condição
Pai, receba minha vida.
Nesta santa ceia
Venha me lavar, de todo mal
Que eu fiz, me perdoar.

Claudionor Neto

Pentecostalismo atual



Alguns líderes cristãos que não faziam parte do início do movimento pentecostal mantinham um alto respeito pelos líderes pentecostais. Albert Benjamin Simpson tornou-se estreitamente envolvido com o crescente avivamento pentecostal. Era comum aos pastores pentecostais e missionários receberm a sua formação noMissionary Training Institute fundado por Simpson. Devido a isso, Simpson e a Aliança Missionária e Cristã (C & MA), o qual Simpson também fundou, teve uma grande influência sobre o pentecostalismo, em particular, as Assembléias de Deus e a Igreja Internacional do Evangelho Quadrangular. Essa influência inclui a ênfase evangelística, doutrina da (C & MA), hinos e livros de Simpson, bem como a utilização do termo "Evangelho Tabernáculo", que evoluiu nas igrejas pentecostais tornando-se "Evangelho Pleno Tabernáculo". Charles Price Jones, um líder Santidade afro-americano e fundador da Igreja de Cristo, é outro exemplo. Seus hinos são amplamente cantados em convenções nacionais da Igreja de Deus em Cristo e em muitas outras igrejas pentecostais.

Afro-americanos
Os afro-americanos desempenharam um papel importante no início do movimento pentecostal. A primeira década do pentecostalismo foi marcada por reuniões interraciais, "… os brancos e os negros se misturam em um frenesi religioso", observou um jornal local, numa época quando as instalações do governo eram separadas racialmente e leis de Jim Crow estavam prestes a ser codificadas. Enquanto as assembléias interraciais que caracterizava a rua Azusa continuou por vários anos, mesmo no sul segregado, o entusiasmo e apoio para estes conjuntos, eventualmente caiu.

Mulheres
As mulheres foram o catalisador inicial do movimento pentecostal.
visto que os Pentecostais creem na presença e interação do Espírito Santo em seus cultos, e que os dons vieram sobre homens e mulheres, o uso dos dons espirituais foram incentivados em todos. O intenso ambiente inconvencional e emocional generado no culto Pentecostal encontra-se duplamente promovido, e foi por si mesmo criado outras formas de participação tal como testemunho pessoal, oração espontânea e canto. Mulheres não foram proibidas de entrar nesse fórum, e no início do movimento a maioria dos convertidos e seguidores da igreja eram mulheres.
Desde que o movimento contou com a esforços ea participação de membros leigos, tanto dentro como fora da igreja, as mulheres ganharam grande influência cultural no pentecostalismo e ajudaram a moldá-lo. Mulheres escreveram canções religiosas, editaram jornais pentecostais, ensinaram e dirigiram escolas bíblicas. A preponderância de seus adeptos do sexo feminino podem resultar da disponibilidade de tais oportunidades para as mulheres desde o início do movimento. Além disso, as provas de três dos mais antigos grupos pentecostais, Assembléia de Deus, a Igreja de Deus (Cleveland, Tennessee) e a Igreja Internacional do Evangelho Quadrangular, mostra um número de mulheres atuando como clero e missionárias. Pouco depois das Assembléias de Deus, formada em 1914, a listas do clero mostram que um terço dos seus ministros eram mulheres. Em 1925, embora o número de ministros do sexo feminino caiu significativamente, de dois terços de seus missionários estrangeiros ainda eram mulheres. Quando a Igreja de Deus foi formada em 1906, um terço dos seus fundadores eram mulheres. Quando Aimee Semple McPhersoncomeçou a Igreja Internacional do Evangelho Quadrangular em 1927, as mulheres só estavam servindo um terço dos ramos da igreja, como pastores e casais atuou como co-pastores para outra congregações dezesseis anos.
Outros aspectos do pentecostalismo também promoveu a participação das mulheres. Apontando para proclamação de Pedro da profecia bíblica Joel 2:28, Pentecostais focaram sua atenção sobre o fim dos tempos, durante o qual Cristo iria retornar. Dado que o batismo do Espírito Santo levou ao falar em línguas, quem foi abençoado com este dom que têm a responsabilidade de usá-lo para a preparação para a segunda vinda de Cristo.
Devido a esta responsabilidade, as restrições que a cultura ou de outras confissões sobre as mulheres eram frequentemente ignoradas durante a parte inicial do movimento. Joel 2:28 também especificamente incluíu as mulheres, dizendo que ambos os filhos e filhas e servos do sexo masculino e feminino receberiam o Espírito Santo, e profecia no fim dos tempos. Assim, o foco sobre os dons espirituais, a natureza do ambiente de adoração, e o pensamento dispensacionalista incentiava todas as mulheres a participar em todas as áreas do culto.

Imagens Biblicas

Jeremias 1.14-15

sábado, 25 de julho de 2009

PURO ATRASO

Não nascemos no mesmo dia
Nem moramos no mesmo lugar
Nossas historias são tão distintas
Diferentes como a lua e o mar
Nem queria vim pra esse jogo
Ou alguém aqui procurar
Nunca imaginei que entre tanto povo
O meu amor, eu ia encontrar

Não foi por acaso que te conheci
Foi mesmo puro atraso
Já que pra você eu nasci
Não foi por acaso
Que a gente se encontrou
Mas um pequeno atraso
Já que você nasceu pra ser
O meu amor...

Nossos gostos não são iguais
Eu sou Vasco, você flamengo
Somos diferentes mais normais
Você é branca e eu sou nego
Mas sei que nada pode impedir
Ou mesmo atrapalhar
Nunca pensei que ia conseguir
Perder um jogo e ainda ganhar

Claudionor Neto

Mensagem da Semana



Perdão e Liberdade

Ela ainda era uma adolescente quando policiais nazistas invadiram o escritório de seu pai e o levaram embora. Ela nunca mais o viu.

Logo depois do início da segunda guerra mundial ela e toda sua família, inclusive os avós, foram presos e depositados no campo de concentração, em Maidanek. Era uma das mais tristes usinas da morte de Hitler.

Certo dia, ela e os familiares foram colocados numa fila, obrigados a se despirem e entrar numa grande câmara. Golda conhecia aquela fila. Era para onde seus amigos e conhecidos tinham ido, e de onde nunca mais voltaram.Por isso mesmo ela e os demais gritaram, choraram, rezaram. Mas não havia nenhuma esperança.

Golda foi a última a ser empurrada para dentro da câmara,antes dos guardas fecharem a porta e liberar o gás mortal. 

Contudo, por alguma intervenção divina qualquer, a porta não se fechava com ela lá dentro. Por isso, os guardas a puxaram para fora e a jogaram ao ar livre. 

Como o seu nome constava na lista dos mortos, ela nunca mais foi chamada. Para todos os efeitos, estava morta. 

Então, toda a sua energia se voltou para um único objetivo: sobreviver. Ela desejava continuar viva. Quando tudo acabasse, contaria para o mundo o que aqueles homens que mais pareciam animais tinham feito aos seus semelhantes.

Conseguiu sobreviver ao inverno polonês e imaginava que se Deus a tinha poupado, era para contar às gerações futuras o que tinha presenciado. 

O ódio a alimentava, quando a comida faltava. Quando se sentia desfalecer de cansaço e de fome, fechava os olhos, lembrava dos gritos das suas companheirassendo usadas como cobaias pelos médicos do campo ou sendo violentadas pelos guardas.

Imaginava o campo de concentração sendo libertado e dizia para si mesma: "O mundo inteiro saberá desses horrores. Eu me encarregarei de contar."

Quando os aliados chegaram, Golda ficou paralisada de raiva e amargura. Ao ver os portões sendo derrubados e todos os prisioneiros, incluindo ela mesma, serem libertados, um raciocínio novo dela tomou conta: era inconcebível passar o resto de sua preciosa vida destilando ódio. Se usasse a sua vida, que foi poupada, para plantar as sementes do ódio, ela não seria diferente de Hitler e todos aqueles homens cruéis. Seria apenas mais uma vítima, espalhando ódio.

A única maneira de encontrar a paz era perdoar. Por isso, tomou uma decisão: dedicaria a sua vida a mudar outras vidas. Se ela pudesse mudar a vida de uma pessoa transformando seu ódio e seu desejo de vingança em amor e comiseração, teria merecido sobreviver.

E assim fez. Foi servir como voluntária na reconstrução da Polônia e a sua semeadura foi a do perdão e do amor.

Perdoemos sempre, esquecendo todo o mal a fim de recordar o nosso dever de fazer todo o bem possível. Perdoemos a agressão de qualquer natureza, não conservando forma alguma de ressentimento contra quem se faz instrumento do mal. Perdoemos a impiedade, reconhecendo que o seu portador é alguém a caminho da loucura. Perdoemos, enfim, porque o nosso compromisso é com o amor. Conforme fez Jesus, amemos, perdoando sempre a tudo e a todos sem desfalecimento.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Assembleia de Deus

A Assembléia de Deus é uma denominação evangélica, sendo a maior do Brasil
no ramo pentecostal e uma das maiores no mundo

História
Assembleia de Deus de Janduís (Rio Grande do Norte), uma das mais antigas do estado
A Assembleia de Deus chegou ao Brasil por intermédio dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram em Belém, capital do Estado do Pará, em 19 de novembro de 1910, vindos dos Estados Unidos. A princípio, frequentaram a Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam nos Estados Unidos. Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia — o falar em línguas espirituais (estranhas) — como a evidência inicial da manifestação para os adeptos do movimento. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de oração nos Estados Unidos (e também de forma isolada em outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de seus principais discípulos, um pastor leigo negro, chamado William Joseph Seymour, na rua Azusa, Los Angeles, em 1906.
A nova doutrina trouxe muita divergência. Enquanto um grupo aderiu, outro rejeitou. Assim, em duas assembleias distintas, conforme relatam as atas das sessões, os adeptos do pentecostalismo foram desligados e, em 18 de junho de 1911, juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de Missão de Fé Apostólica, que já era empregado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com William Joseph Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque. Mais tarde, em 18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se Assembleia de Deus, em virtude da fundação das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, em 1914, em Hot Springs, Arkansas, mas, outra vez, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.
A Assembleia de Deus no Brasil expandiu-se pelo estado do Pará, alcançaram o Amazonas, propagou-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. Chegaram ao Sudeste pelos idos de 1922, através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, em 1924, para a então capital da República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de Paulo Leivas Macalão, filho de um general, através de um folheto evangelístico. Foi ele o precursor do assim conhecido Ministério de Madureira, como veremos adiante.
A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de Natal, a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administradas exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.Vale lembrar da ajuda,metodista aos nossos irmãos suecos.

Organização denominacional
As Assembleias de Deus brasileiras estão organizadas em forma de árvore, onde cada Ministério é constituído pela igreja-sede com suas respectivas filiadas, congregações e pontos de pregação (subcongregações). O sistema de administração é um misto entre o sistema episcopal e o sistema congregacional, onde os assuntos são previamente tratados pelo ministério, com forte influência da liderança pastoral, e depois são levados às assembleias para serem referendados apenas. Os pastores das Assembleias de Deus podem estar ligados ou não às convenções estaduais, e estas se vinculam a uma convenção de âmbito nacional. Particularmente na América do Sul, hoje existe muitas Assembleias de Deus autônomas e independentes.